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Quanto guardar do salário por mês? Conheça 6 regras básicas!

Tempo de leitura: 5 minutos

Quanto guardar do salário é um questionamento que muitos brasileiros se fazem com certa regularidade. Contudo, com as demandas cotidianas, é difícil parar para definir essa temática. Mas, afinal de contas, existe um valor ideal para poupar mensalmente?

Não há uma única resposta. Afinal, essa é uma questão pessoal. Por envolver temas relativos ao perfil e às necessidades individuais de cada um, é preciso compreender a sua realidade financeira para encontrar o montante ideal.

Quer entender quanto você deve guardar do seu salário mensal? Acompanhe a leitura para conhecer 6 regras básicas!

Qual a importância de guardar parte do salário e ter controle financeiro?

Antes de conferir as regras, vale saber mais sobre a importância de guardar seu salário. Um dos motivos centrais é estar preparado para imprevistos — que são momentos aos quais todos estamos suscetíveis.

Eles consistem em situações, fora do planejamento, que podem acontecer em qualquer período de nossas vidas. Contudo, isso não significa que não há como estar preparado para eles. Para isso, é essencial ter uma estratégia para poupar o seu salário ou renda mensal.

Assim, com um montante acumulativo, você terá uma maior tranquilidade para lidar com momentos que fogem do plano. Isso também ajuda em situações de crise. Imagine, por exemplo, que você perdeu seu emprego. Ter uma poupança aliviará os impactos negativos.

Além disso, o montante poupado também poderá ser usado para realização de sonhos. Nesse contexto, a educação financeira exerce um papel imprescindível para a sua organização. Será por meio dela que você conseguirá ter controle financeiro e usufruir de vantagens.

Quais as 6 regras para saber quanto guardar do salário?

Como você viu, ter dinheiro guardado é importante no seu planejamento. Quer saber quanto guardar do salário? Conheça as 6 regras principais!

1.      Ter organização financeira

A primeira regra de poupança consiste na organização financeira. Essa atividade é, de certa forma, um processo mais manual. Será aqui que você entenderá os seus principais custos e como é a sua relação atual com o seu salário.

Dessa maneira, será possível compreender onde estão seus principais gastos mensais e se a renda atual é suficiente para cobri-los. Isso permite que você consiga iniciar suas economias de forma mais assertiva.

Para melhorar a organização, pode ser interessante ter uma planilha ou aplicativo para separar seus gastos. Assim, ficará mais fácil conhecer a renda e os gastos e ver estratégias para reduzir seus custos e ter mais dinheiro para guardar.

2.      Controlar as finanças

Após completar a etapa de organização, é preciso iniciar um controle maior das suas finanças. Nesse momento, você poderá definir os montantes específicos para atender cada necessidade de sua vida. Logo, o uso do dinheiro se tornará mais coordenado.

Além disso, será possível cortar alguns gastos que podem ser considerados supérfluos ou que não estejam de acordo com sua realidade agora. Essa é uma estratégia para distribuir melhor a sua renda e ter dinheiro disponível para outros aspectos de sua vida.

3.      Conhecer os métodos de poupança

Além das duas etapas acima, é interessante conhecer quais os métodos de poupança. Nesse contexto, há três regras principais. Conheça quais são!

Regra dos 10%

A regra dos 10% é um dos mais conhecidos métodos de poupar dinheiro. Ela consiste em poupar essa porcentagem do seu faturamento todos os meses.

Nesse cenário, imagine uma pessoa que ganhe R$ 1.000 por mês. Com a regra dos 10%, R$ 900 serão para gastos e R$ 100 para guardar. Assim, dentro de 9 meses, a poupança será suficiente para cobrir um mês inteiro de custos.

Regra 50-15-35

Outra regra de poupança é a do 50-15-35. Nesse caso, há uma maior especificidade para o uso do dinheiro. Do total, 50% serão para os gastos fixos, 15% para outros custos ou prioridades e 35% para uso pessoal — como momentos de lazer.

Assim, continuando no exemplo dos R$ 1.000 mensais, os custos obrigatórios seriam de, no máximo, R$ 500. Quanto ao restante, R$ 150 seria para acerto de dívidas, outros gastos mais urgentes e para poupança. Por fim, os R$ 350 finais poderiam ir para gastos com seu estilo de vida.

Regra 50 -30-20

Por fim, há o método 50-30-20. Ele segue uma lógica parecida com o item acima — mas com porcentagens diferentes. Aqui, os seus custos fixos devem continuar sendo de 50%, 30% devem ser destinados para outros custos e poupança e o restante (20%) para seu estilo de vida.

4.      Entender as particularidades de cada alternativa para o seu perfil

Ao compreender como funcionam os três principais métodos de poupança, é o momento de começar suas análises. O ideal é buscar a regra que mais se adéqua com a sua realidade e os seus objetivos financeiros — ou adaptá-las.

Caso você tenha um orçamento mais apertado e não consiga dividi-lo estrategicamente, por exemplo, a regra dos 10% pode ser a que melhor se encaixa. Já se valoriza maiores investimentos em seu estilo de vida, possivelmente a regra dos 50-15-35 seja a principal alternativa.

Desse modo, ao entender suas principais necessidades, você consegue alocar seus recursos com uma maior lógica. O objetivo é ter mais tranquilidade para cumprir com suas obrigações financeiras ao mesmo tempo em que consegue poupar parte do seu salário.

5.      Fazer novas avaliações regularmente

Outro passo para saber quanto guardar do seu salário todo mês consiste em fazer novas avaliações de forma frequente. Afinal, a sua vida não é sempre a mesma — e as regras para poupar dinheiro não precisam ser estáticas.

Dessa forma, você é capaz de buscar novas abordagens de forma constante, de acordo com novas necessidades ou preferências. Caso entre em outro momento da sua vida financeira, com prioridades diferentes, é possível desenhar uma nova estratégia para guardar salário.

6.      Investir

Por fim, a sexta e última regra é investir. Ou seja, você deve buscar aplicar o dinheiro que poupa em títulos e ativos. Além de trazerem uma maior segurança para o seu patrimônio, eles também podem ampliar o capital.

Desse modo, uma quantia mensal pode parecer pouco no início. Contudo, dentro de um ano será possível ver um aumento progressivo desse montante. Somando-se a isso os investimentos, você poderá ter um acúmulo ainda maior no longo prazo.

Entender quanto guardar do salário todo mês não é um processo simples. Mas ao conhecer estar 6 principais regras para sua economia, fica mais fácil definir estratégias para sua poupança mensal. Não deixe de colocar as dicas em prática!

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