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Quanto é preciso para começar a investir na bolsa?

Tempo de leitura: 11 minutos

Ao começar a investir e pesquisar as alternativas do mercado financeiro, é comum ter interesse na bolsa de valores. Ela é bastante conhecida e constantemente está presente em notícias sobre situação econômica e investimentos.

No entanto, também é bastante usual pensar que, para começar esses aportes, é necessário ter um grande capital disponível. Porém, entendendo como o mercado funciona e suas características, você encontrará chances de investir com pouco dinheiro.

Acompanhe este conteúdo completo e descubra quanto é preciso para começar a investir na bolsa de valores!

Como funciona a bolsa de valores?

A primeira informação relevante sobre os investimentos na bolsa de valores diz respeito a como o ambiente funciona. Afinal, sem conhecer suas características e como ela proporciona alternativas aos investidores, não será possível definir se esse mercado vale a pena.

Vale ressaltar que a bolsa de valores não é um investimento propriamente dito. Ela funciona como uma plataforma em que diversas alternativas de investimentos são disponibilizadas para o acesso dos investidores.

Logo, é possível entender a bolsa como uma intermediária entre ativos do mercado e o investidor. É por meio dela que os interessados conseguem visualizar os investimentos à venda e podem comprá-los e negociá-los com outros investidores e instituições.

Nesse contexto, qualquer pessoa pode acessar a bolsa de valores, desde que tenha uma conta em uma corretora de investimentos. Essas instituições financeiras proporcionam o acesso ao home broker, a plataforma de negociação que dá acesso à B3 — a bolsa de valores brasileira.

Nessa plataforma, o investidor encontra os ativos negociados. Caso se interesse pelo aporte em algum deles, pode emitir uma ordem de compra. Esse procedimento sinaliza que você deseja adquirir o ativo, então a negociação será realizada.

Também vale ressaltar que a bolsa de valores possui diversos ambientes, como o mercado à vista, o mercado futuro, o mercado de opções entre outros. Geralmente, investidores iniciantes optam pelo mercado à vista, considerando que ele é o mais usual.

Nele, é possível emitir ordens de compra e utiliza-se a cotação — preço — em tempo real. Vale ressaltar que a movimentação dos preços dos ativos e outras alternativas costuma variar, principalmente, pela oferta e demanda.

Dessa maneira, quando há diversos investidores interessados no mesmo ativo, sua cotação tende a subir. Por outro lado, quando há pouco interesse, os preços podem cair.

Quais são as principais alternativas disponíveis?

Como você viu, a bolsa de valores proporciona o aporte em diversas alternativas. Portanto, para avaliar a possibilidade de investimento, é fundamental conhecê-las.

A seguir, você entenderá como funcionam as principais opções do mercado à vista!

Ações

Elas representam a menor parte do capital social de uma empresa listada na bolsa de valores. Quem compra os papéis torna-se um sócio da companhia. Há duas formas principais de obter lucro: vender os papéis valorizados ou receber proventos da empresa.

Fundos de investimentos imobiliários

Os FIIs são modalidades de investimento que possibilitam um aporte em grupo e montam uma carteira exposta ao mercado imobiliário. Quem deseja participar deles pode comprar as cotas negociadas na bolsa e acompanhar os resultados obtidos por um gestor profissional.

ETFs

Os exchange traded funds são fundos de investimento que têm o objetivo de replicar os resultados de índices do mercado. Desse modo, o investidor compra uma cota e se expõe às variações do índice escolhido, como o Ibovespa, S&P500, IFIX etc.

BDRs

Os brazilian depositary receipts permitem a exposição indireta a ativos e títulos internacionais por meio da bolsa de valores brasileira. Isso porque eles são certificados com lastro nas alternativas do exterior e negociados na B3.

Por que começar a investir na bolsa de valores?

Depois de entender mais sobre a bolsa, você pode avaliar se deve incluí-la na sua estratégia. Uma pergunta muito importante diz respeito aos motivos para fazer isso. Muitos interessados não entendem o que esse mercado pode proporcionar aos investidores.

O primeiro benefício de começar a investir na bolsa de valores é a diversificação de investimentos. Essa estratégia é recomendada pelos profissionais do mercado como uma forma de diluir os riscos e de potencializar a rentabilidade.

Ao fazer aportes em diferentes mercados, o investidor não fica atrelado a apenas um risco na carteira. Então ele consegue pulverizar os riscos de forma a minimizar as chances de perdas substanciais.

Outra vantagem é o potencial de ganhos mais elevado. O investimento em alternativas da bolsa de valores é considerado de renda variável. Isso significa que, apesar de não haver previsibilidade em relação ao comportamento dos ativos, também não há limitação para os ganhos.

Dessa forma, é possível potencializar os ganhos da carteira e ter acesso a investimentos que podem render mais do que a renda fixa, por exemplo. No entanto, o investidor precisa saber que esses ganhos não são garantidos e há chances de prejuízo.

Por conta disso, é preciso ter estratégias de manejo de risco ao investir na bolsa. Uma delas é focar no longo prazo. Assim, é possível diluir os riscos, pois a carteira não será tão afetada por movimentos passageiros.

O que é preciso considerar antes de começar a investir na bolsa?

Apesar de trazer benefícios para o investidor, o investimento em alternativas da bolsa de valores não é adequado para qualquer pessoa. Logo, é preciso basear sua decisão em pontos importantes para avaliar se essa opção pode ser vantajosa para você.

Confira a seguir as principais considerações antes de começar a investir na bolsa de valores!

Perfil de investidor

O perfil de investidor é um conceito central no mercado financeiro e trata da tolerância aos riscos de cada pessoa. Ele pode ser conservador, moderado e arrojado.

Os investidores conservadores são aqueles com menos tolerância aos riscos. Por isso, preferem investimentos com alta segurança e previsibilidade, ainda que isso limite as possibilidades de ganhos.

Na outra ponta encontram-se os arrojados. Esses investidores têm um alto apetite ao risco. Portanto, eles se aproveitam da relação inversa entre segurança e rentabilidade para potencializar os ganhos com os investimentos.

Entre esses dois perfis há os moderados. Eles também priorizam a segurança, mas conseguem assumir mais riscos, principalmente a longo prazo, desde que haja boas oportunidades de ganhos e alcance de objetivos.

Conhecer o perfil de investidor e considerar essa característica antes de fazer os aportes na bolsa de valores é essencial. Ao montar sua carteira de investimentos conforme sua resistência aos riscos, você pode evitar frustrações — e até mesmo minimizar as chances de perdas elevadas.

Afinal, dessa maneira, você não assume mais risco do que gostaria ou não se frustra com os resultados de uma carteira muito conservadora, por exemplo. Portanto, será mais fácil manter a estratégia e não tomar decisões precipitadas nos investimentos.

Objetivos financeiros

Outra questão a se considerar antes de começar a investir na bolsa são os objetivos financeiros. Tenha em mente que os investimentos, de modo geral, servem para conquistar objetivos e não devem ter um fim em si mesmos.

Por isso, defina o que você deseja alcançar com os investimentos e o prazo ideal para esses sonhos. De preferência, registre esses planos de forma concreta — como comprar um imóvel de determinado valor, trocar de carro, conseguir se aposentar com uma renda mensal, viajar, etc.

Esses objetivos precisam ter valores e prazos definidos. Somente assim você conseguirá montar uma estratégia de investimentos para alcançá-los. Se eles forem abstratos, será mais difícil usá-los como embasamento para suas decisões.

Ao ter clareza dos objetivos, você poderá avaliar as alternativas da bolsa de valores para saber se aquela opção consegue suprir suas necessidades. Como existem diversas possibilidades, cada uma pode servir melhor a planejamentos diferentes.

Por exemplo, existem alternativas de investimentos que são mais adequadas para o longo prazo. Enquanto isso, outras podem servir para objetivos de curto e médio prazo. Dessa forma, além do perfil de investidor, uma carteira deve ser composta conforme as metas financeiras.

Estratégia de investimentos

Depois de conhecer o seu perfil de investidor e definir os objetivos financeiros e prazos, você deve montar uma estratégia de investimentos. Pode parecer uma tarefa complicada, mas para começar a fazer os aportes é possível simplificá-la.

Inicie avaliando quais alternativas são mais adequadas para suas características e quanto você tem disponível para investir. Vale salientar que você não deve se endividar para conseguir fazer aportes. Afinal, isso poderá ser prejudicial para suas finanças.

Portanto, o ideal é ter um planejamento financeiro para manter aportes frequentes. Eles são importantes para o acúmulo de patrimônio. Assim, seu dinheiro será utilizado de forma inteligente e poderá trazer ganhos cada vez mais sólidos.

Além disso, considere a diversificação dos investimentos na sua estratégia — tanto nas alternativas da bolsa quanto fora dela. Como vimos, ela é útil na diluição de riscos e previne que você tenha perdas substanciais.

Para montar estratégias mais específicas e complexas, é possível obter a ajuda de assessorias de investimentos. Esse serviço é prestado por profissionais e, apesar de não indicar aportes, ele fornece um suporte importante para entender as alternativas do mercado financeiro.

Quanto é preciso para começar a investir na bolsa?

Depois de conhecer todas essas informações sobre a bolsa de valores, você deve estar se perguntando quanto é preciso para começar a investir, não é mesmo? Para responder a essa pergunta, podemos considerar diversos pontos.

De forma geral, o montante necessário para fazer o aporte em uma das alternativas da bolsa é igual à cotação do ativo que você deseja adquirir. Portanto, se uma ação está cotada em R$ 10, por exemplo, você precisa desse valor para investir.

Isso acontece porque, apesar de ter negociação em lotes com mais ativos, a bolsa oferece a chance de negociar no mercado fracionário. Nele, é possível adquirir unidades do ativo. Por isso, a bolsa de valores costuma ser bastante democrática.

O mesmo ocorre com as cotas de fundos imobiliários e ETFs, por exemplo. Afinal, elas costumam ser negociadas em unidades — sendo, portanto, acessível a qualquer investidor.

Além de investidores com menos capital disponível, quem tem perfil conservador pode também se beneficiar dessa dinâmica. Por exemplo, ao fazer pequenos aportes em alternativas da bolsa é possível se expor de forma controlada aos riscos da renda variável e diversificar a carteira.

Ainda, há como sentir o mercado e verificar como você reage às oscilações de preços. Essa é uma maneira de começar a investir na bolsa sem deixar uma parte considerável da carteira em alto risco.

No entanto, essas decisões precisam considerar os fatores que você já conhece, como objetivos e a estratégia definida. Lembre-se de que os investimentos não podem ter um fim em si mesmos, mas sim servirem para que o investidor conquiste seus sonhos.

Como investir na bolsa de valores?

Agora que você já entende o que é a bolsa e as principais alternativas disponíveis, é preciso saber como começar seus aportes nesse mercado. Para tanto, como vimos, o primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora de valores.

Nesse momento, é essencial contar com uma instituição séria e que forneça suporte para investidores iniciantes. A Guide, por exemplo, conta com assessores-guias em mais de 40 cidades brasileiras, além de ser premiada como melhor corretora do ano segundo a Agência Estado.

A abertura de conta é online e desburocratizada. Então só é preciso preencher os dados pessoais e enviar os documentos necessários por meio de fotos. A partir da confirmação você já poderá fazer transferências para a conta e utilizar o saldo para seus investimentos.

A Guide proporciona acesso a todos os produtos da B3, além de contar com carteiras recomendadas por analistas do mercado. Assim, você terá mais segurança nos aportes e pode encontrar recomendações que se alinham aos seus objetivos.

Com a conta aberta e o dinheiro disponível para aportes, basta acessar o home broker disponibilizado pela plataforma, enviar sua ordem de compra conforme suas análises e esperar a liquidação. A partir dela, você já contará com o ativo em sua carteira e poderá acompanhar seus resultados.

Ao escolher a Guide, você também contará com mais de 450 produtos selecionados pela nossa curadoria — além das alternativas da bolsa. Desse modo, ficará muito mais fácil fazer uma boa adequação de carteira conforme o seu perfil e objetivos.

Como você viu, começar a investir na bolsa não requer um grande capital. Se você quer iniciar a sua jornada de investimentos, não deixe de contar com uma boa corretora de valores para ter o suporte necessário nesse momento.

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