Não haverá demissão em massa, diz presidente da Petrobras

Tempo de leitura: 1 minuto

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou nesta sexta-feira, 17, que não vai haver demissão em massa de empregados contratados, por conta da crise atual, em que o preço de petróleo sofreu queda abrupta. Em resposta, a empresa optou por cortar 200 mil barris por dia da sua produção.

Já em relação aos empregados terceirizados, Castello Branco afirmou que não pode responder por eles porque são de responsabilidade das empresas fornecedoras.

Em coletiva de imprensa, o executivo disse sofrer perseguição desde que assumiu a companhia com acusações de que promoveria um grande número de demissões.

Dívida

A Petrobras está focando na redução de custos e do capex para conseguir manter a liquidez no atual cenário de crise no setor de óleo e gás, em que a cotação do petróleo atinge o mais baixo patamar histórico. Segundo a diretora de Finanças e Relações com os Investidores, Andrea Marques de Almeida, novas linhas de crédito continuam sendo analisadas, mas a principal medida adotada para enfrentar a crise tem sido a redução de custos.

Para isso, a empresa está renegociando contratos com grandes fornecedores, porque a intenção é que os pequenos fornecedores sobrevivam à crise, disse o presidente da estatal, Roberto Castello Branco.

Em entrevista coletiva com a imprensa, Andrea Marques de Almeida afirmou também que ainda avaliará o efeito da crise na relação entre geração de caixa e dívida da companhia, assim como possíveis baixas contábeis, que serão informadas ao mercado.

Relacionados

Índia bate recorde de casos e enfrenta carência de vacinas contra covid-19

Maior produtor de vacinas do mundo, a Índia enfrenta problemas em sua produção de imunizantes contra a covid-19, com milhões de [...]

Estadão - 18/04/2021

Terremoto de magnitude 5,9 atinge sul do Irã, diz agência estatal

Um terremoto de magnitude 5,9 na escala Richter atingiu as províncias de Bushehr e Fars, no sul do Irã, neste domingo, [...]

Estadão - 18/04/2021

França quer diálogo mas apoia sanções à Rússia por 'comportamento inaceitável'

O presidente da França, Emmanuel Macron, defendeu que outros países mantenham diálogo com a Rússia, mas também apoiou sanções contra o [...]

Estadão - 18/04/2021
Logo o guia financeiro

Entrar

Como deseja continuar?

Abra sua conta

Preencha os campos abaixo
ou use uma das opções