O poder do smartphone: 3 dicas sobre vida financeira

O livro de Charles Duhigg, O Poder do Hábito, é uma leitura clássica do gênero desenvolvimento pessoal. A principal mensagem da obra é: padrões de comportamento transformam vidas. Dito isso, uma consequência do estilo de vida contemporâneo é o uso prolongado dos smartphones, mas, será possível utilizar esse hábito para, ao menos, melhorar a nossa vida financeira?

Já temos mais de um smartphone por habitante no Brasil. São 230 milhões de smartphones e 209 milhões de pessoas, aproximadamente. Estima-se que o brasileiro dedica, por dia, mais de três horas ao aparelho. Todavia, como o uso do celular pode gerar rendimentos, financeiros ou não, para o nosso bolso?

Tempo

Contra intuitivamente, a primeira recomendação é: imponha limites ao tempo que passa olhando para a telinha. Justamente por ser consequência do nosso estilo de vida, podemos passar horas e mais horas apenas no feed do Facebook ou Instagram.

O aplicativo Stay Focused serve para bloquear o celular, como um todo ou aplicativos específicos, a partir de configurações de dia e horário. Além disso, exibe notificações sobre o tempo de uso e o número de desbloqueios de tela.

Lembre-se, a recomendação é sobre um recurso (tempo) e um hábito (smartphone), ou seja, dedique um tempo à procura do aplicativo que mais se adeque ao sistema operacional do seu aparelho e aos seus gostos pessoais. O mesmo vale para as próximas recomendações.

Dinheiro

Outro hábito pouco óbvio é: ir ao supermercado. Atualmente, algumas das maiores redes de supermercados têm seus próprios aplicativos. Entre as maiores vantagens de utilizá-los estão: as promoções, principalmente as personalizadas, que levam em conta o seu histórico de compras. Dessa forma você economiza algum dinheiro e até mesmo tempo, só tome cuidado para não querer “aproveitar” todas as promoções.

 Vida financeira

Existem ainda os aplicativos de finanças pessoais, que apresentam integração com suas contas bancárias, controle de gastos e até mesmo empréstimos e investimentos.

Num mundo onde a presença da tecnologia é cada vez maior, muitas empresas financeiras oferecem esse tipo de solução. Aliás, se você ainda não usa o aplicativo do seu banco para pagar as contas, agora é uma boa hora para começar. Felizmente, temos mais alternativas às longas filas e atendimentos presenciais justamente ao alcance dos nossos dedos.

Conclusão

Mesmo após essas reflexões sobre a alavancagem que a tecnologia proporciona à nossa vida financeira, proponho uma reflexão: que tal seguir pela via negativa? Esse conceito, comumente utilizado pelo autor Nicholas Nassim Taleb, diz que devemos olhar primeiro aos casos comprovadamente não sucedidos. Afinal, aquilo que funciona hoje, pode não funcionar amanhã.

O aplicativo com o maior número de funcionalidades, melhor aparência ou mais popular nem sempre é o mais efetivo. Um critério mais resiliente é o da eficiência: o aplicativo cumpriu o objetivo? Caso a resposta seja negativa, experimente outro. De nada adianta um “super aplicativo” que não é utilizado. Em última instância, você pode recorrer às boas e velhas planilhas eletrônicas até mesmo através do aparelho que está bem aí! No seu bolso!

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