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Como fazer o seu controle financeiro pessoal em 5 passos básicos

Tempo de leitura: 6 minutos

Cuidar das próprias finanças é um passo essencial no processo de organização de qualquer pessoa. No entanto, é comum encontrar quem tenha dúvidas na hora de definir como fazer um controle financeiro pessoal.

Manter esse hábito permite ter maior domínio sobre os seus gastos e ganhos. Assim, ele pode ajudar a tomar decisões mais estratégicas acerca do seu próprio dinheiro e evitar problemas provenientes da desorganização financeira.

Mas, como otimizar a sua organização? Existem dicas essenciais que podem facilitar essa tarefa. Continue a leitura e conheça 5 passos práticos para fazer seu controle financeiro pessoal e ter as finanças muito mais organizadas.

Acompanhe!

A importância do controle financeiro pessoal

A organização é um aspecto fundamental em inúmeros momentos das nossas vidas. No âmbito financeiro, não é diferente. Por isso, o controle do próprio dinheiro se torna uma peça importante no planejamento de suas finanças.

Com ele, além de conseguir administrar melhor seu dinheiro, será possível fazê-lo render mais — por meio dos investimentos, por exemplo. Assim, essa questão que está conectada intimamente com a sua qualidade de vida.

Nesse contexto, a educação financeira desempenha um papel-chave. É durante esse processo que você pode entender como administrar suas finanças e tem a possibilidade de desenhar estratégias mais assertivas para ampliar seu capital e realizar sonhos.

5 Passos para realizar um bom controle financeiro

Agora que você entendeu a importância do controle financeiro pessoal, é o momento de saber como colocá-lo em prática. Para isso, há 5 passos essenciais para seguir.

Saiba mais!

1.      Entender sua realidade financeira

Um bom processo de controle financeiro deve iniciar com o entendimento acerca de suas finanças. Portanto, esse é um passo mais manual. Será aqui que você anotará as principais informações sobre o seu dinheiro — incluindo seus ganhos e gastos mensais.

Essa etapa permite visualizar com mais clareza a sua realidade financeira. Desse modo, será possível identificar possíveis pontos de atenção nas contas e, consequentemente, buscar soluções. Além disso, por meio desse mapeamento, se torna possível traçar planos mais realistas.

2.      Controlar os gastos

O segundo passo consiste em iniciar, na prática, o seu controle de gastos. Nesse contexto, é preciso conhecer quais são os seus principais custos mensais e encontrar possibilidades de reduzi-los.

A busca por economia possibilita que você comece a poupar seu dinheiro. Logo, ele pode ser utilizado de maneira mais estratégica — ajudando a conquistar seus objetivos. Além disso, é possível cortar gastos que você possa considerar supérfluos.

Para facilitar esse processo, pode ser interessante separar os custos por categoria. De um lado, por exemplo, podem ficar os gastos fixos — como água, luz, internet, etc. No outro, estarão os custos variáveis, como compras e lazer.

3.      Elaborar um planejamento para as suas finanças

Depois de entender sua realidade financeira e identificar formas de controlar os gastos, é preciso se dedicar à elaboração de um planejamento. Embora a tarefa possa parecer ampla em um primeiro momento, é fundamental para que o controle consiga cumprir seu papel.

Nesse cenário, pode ser interessante traçar metas de economia mensal, por exemplo. Assim, você conseguirá separar uma quantia regular para poupar e investir. Também poderá estabelecer teto de gastos para as categorias no seu orçamento.

Além disso, definir objetivos para o curto, médio e longo prazo também é uma etapa essencial. Ao organizar suas metas e as quantias devidas para cada uma delas, é viável aumentar suas chances de atingi-las com maior facilidade.

4.      Criar uma reserva de emergência

Com o planejamento financeiro em mãos e custos controlados, é o momento de criar uma reserva de emergência. Será esse o montante responsável por trazer mais tranquilidade para você e sua família em situações de crise ou que fujam do planejamento inicial.

O ideal é que a reserva de emergência corresponda a seis meses dos seus custos mensais. Esse dinheiro, no entanto, não deve ficar parado na conta corrente. Afinal, dessa forma, você estaria perdendo poder de compra devido à inflação.

Assim, é importante que essa quantia esteja alocada em um investimento seguro e de alta liquidez — como algumas alternativas na renda fixa. Desse modo, além de apresentarem rendimentos, poderão ser resgatados mais rapidamente.

A reserva montada trará uma maior segurança para o seu orçamento. E, assim, permitirá que o seu planejamento financeiro seja seguido com maior tranquilidade.

5.      Investir

Por fim, os investimentos também cumprem uma importante função no controle financeiro pessoal. A partir deles você será capaz de proteger seu patrimônio ao mesmo tempo em que pode ampliá-lo por meio da rentabilidade.

Para isso, é necessário conhecer o seu perfil de investidor. Essa questão determinará a sua tolerância a riscos durante seus aportes. Ademais, também é interessante diversificar os investimentos ao adicionar diferentes ativos e títulos ao seu portfólio.

O melhor momento para começar o seu controle financeiro

Agora você já sabe o que é e como fazer um bom controle financeiro pessoal, planejar-se financeiramente e começar a investir. Mas, qual seria o momento certo para iniciar o seu controle financeiro?

A verdade é que a decisão de começar um controle financeiro é pessoal. Contudo, manter o hábito de colocá-lo em prática pode ajudar você a mapear melhor sua vida financeira e traçar planos de curto, médio e longo prazo.

A realização de sonhos, portanto, pode ser beneficiada quando você decide começar o seu controle financeiro. Assim, pode valer a pena dar esse importante passo agora mesmo.

Os maiores erros durante esse processo

Se você decidiu fazer o seu controle financeiro pessoal, vale saber que um dos principais erros na gestão financeira pessoal consiste em não se preocupar com a sua educação financeira. É comum, por exemplo, encontrar quem planeje gastos com o dinheiro que ainda não recebeu.

Embora uma das funções do dinheiro seja atender suas necessidades — supérfluas ou não —, é preciso ter controle sobre o uso. Assim, não definir no início de mês um planejamento para os custos pode ser um erro que atrapalha sua prosperidade.

Além desse cenário, outro erro comum no controle financeiro é não criar uma reserva de emergência. Dessa maneira, você ficará mais vulnerável para cenários que ameacem a sua estabilidade — como problemas de saúde ou uma perda de emprego. Por isso, ela deve ser prioridade nos seus planos.

Por fim, não considerar o longo prazo é mais um equívoco. É interessante que seu planejamento inclua possibilidades para o futuro, mesmo que possam não se concretizar. Assim, você estará mais bem preparado para diversos cenários.

Entender como fazer o controle financeiro pessoal é essencial para ter um maior domínio sobre suas contas e planejar seu futuro. E, com os 5 passos que acompanhou neste post, será muito mais fácil realizá-lo!

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