Mercado oferece uma gama de linguagens diferentes

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Aprender programação exige dedicação e uma certa habilidade lógica. Além disso, é preciso saber o que aprender, já que existe uma gama de linguagens no mercado. A queridinha do momento é a Python, considerada a melhor linguagem para iniciantes, por ser mais simples. “Na minha percepção, dentro de 3 a 5 anos a Python será o que o Excel foi há algum tempo nos processos de recrutamento: um pré-requisito para uma vaga”, diz o presidente da escola Let’s Code, Felipe Paiva.

Outro curso bastante procurado entre os profissionais é o de data science, que envolve o estudo das informações para análise de dados. “A busca por esses cursos virou uma tendência que não vai parar por aqui. O mundo está e será cada vez mais digital”, diz o presidente da escola Digital House Brasil, Sebastian Mackinlay. Segundo ele, a demanda por essa área tem sido mais visível entre executivos de empresas tradicionais, que estão iniciando o processo de transformação digital. São profissionais entre 35 e 55 anos.

Para Adriano Almeida, do grupo Alura, qualquer pessoa pode aprender programação, mas não é um processo rápido. “Em um mês consegue entender os conceitos básicos. Mas, para ser ‘fluente’, o processo é mais longo.” Segundo ele, a pandemia e a forte digitalização das empresas aceleraram a busca pelo curso por gestores de companhias tradicionais, não só ligada à tecnologia.

Transformação digital

O professor da Fundação Dom Cabral Carlos Arruda diz que os executivos querem entender as diferentes tecnologias digitais (inteligência artificial, blockchain etc) para explorarem as possibilidades do uso nos negócios. “Na Dom Cabral, por exemplo, o programa de transformação digital é um dos mais procurados atualmente.” Há também interesse por cursos mais específicos como inteligência artificial nos negócios ou dados para negócios.

Na escola de negócios Trevisan, foi criado um MBA de data science e incluído na grade curricular o tema transformação digital. “Nossa ideia não é ensinar a programar, mas mostrar como usar ferramentas existentes no mercado para avaliar dados na tomada de decisões”, diz a coordenadora do MBA de data science, Adriana Vieira.

Segundo ela, o objetivo é diminuir a lacuna que existe entre TI e a área de negócios. “O MBA foi criado para permitir que o executivo transite nesses dois mundos com mais facilidade.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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