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Cotações por TradingView

Guide Empresas: Petrobras tem trimestre estelar, Vale tem números pressionados pela queda nas cotações do minério e mais!

29 de julho de 2022
Escrito por Rodrigo Crespi
Tempo de leitura: 15 min
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Tempo de leitura: 15 min

Petrobras (PETR4): Mais um trimestre estelar e dividendos astronômicos
Impacto: Positivo
Vale (VALE3): Queda do preço do minério pressiona números no trimestre
Impacto: Neutro
Usiminas (USIM5): Forte queda operacional anual, mas melhora na margem
Impacto: Marginalmente negativo
Gol (GOLL4): Combustível pressiona resultado
Impacto: Negativo
Multiplan (MULT3): Bons números, mas dentro do esperado
Impacto: Levemente negativo
Transmissão Paulista (TRPL4): Despesas financeiras penalizam o resultado
Impacto: Negativo
Dexco (DXCO3): Resultados fracos já refletem perda de força do setor de construção
Impacto: Negativo
Hypera (HYPE3): Recorde de vendas no 2T22
Impacto: Positivo
Ecorodovias (ECOR3): Fim das concessões impactaram os números
Impacto: Neutro

Nesta sexta-feira (29/07), os destaques se voltam para:

Petrobras (PETR4): Mais um trimestre estelar e dividendos astronômicos

A Petrobras entregou novamente números bastante fortes referentes ao 2T22, bem acima do esperado pelo mercado, impulsionado pelo elevado preço do Brent, que foi 12% mais alto, além das maiores margens de derivados e de gás natural. O resultado foi impactado positivamente também pelo ganho de capital de R$ 14,2 bilhões referente ao acordo de coparticipação nos campos de Sépia e Atapu. Em termos da composição da receita no mercado interno, o diesel e a gasolina continuaram sendo os principais produtos, respondendo juntos por 73% da receita nacional de vendas de derivados de petróleo no 2T22.

A receita líquida totalizou R$ 170,96 bilhões, um crescimento de 54,4% ante o 2T21. Já o custo dos produtos vendidos cresceu 12% em comparação com o 1T22, refletindo, principalmente, os maiores preços de petróleo e derivados importados

O EBITDA recorrente ajustado totalizou R$ 99,3 bilhões (+34% vs 1T22) com uma impressionante margem EBITDA de 58%.

O lucro líquido do 2T22 teria sido de R$ 45,0 bilhões sem os itens não recorrentes, explicado principalmente pela alta do Brent no período, além das maiores margens de derivados e de gás natural. Adicionalmente, o resultado foi impactado positivamente pelo ganho de capital de R$ 14,2 bilhões referente ao acordo de coparticipação em Sépia e Atapu, sendo efeito não recorrente.

No 2T22, os investimentos foram 74% acima do 1T22, devido principalmente ao impacto do bônus de assinatura relativo aos campos de Sépia e Atapu. Entretanto o ROCE somou 12,8%, forte alta ante o 2T21 e o 1T22, que à epoca foram de 5,1% e 9,9% respectivamente.

Destaque também à alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida/EBITDA, que segue em trajetória de queda, estando atualmente no saudável patamar de 0,60, em virtude do forte resultado operacional no período.

Impacto: Positivo. Vemos a Petrobras cada vez mais eficiente, com margens recorrentemente apresentando melhoras, e o endividamento progressivamente encolhendo, que aliado ao elevado nível de geração de caixa e a sólida liquidez possibilitaram o anúncio de R$ 6,73 por ação ordinária e preferencial. Vale ressaltar o aumento das exportações à Europa que a Petrobras capturou, em virtude da guerra na Ucrânia, que fez com que as exportações russas fossem redirecionadas para os mercados asiáticos.

Vale (VALE3): Queda do preço do minério pressiona números no trimestre

A Vale reportou uma receita no 2T22 de US$ 11,1 bilhões, queda de 32,4% ante mesmo período do ano passado, quando a mineradora reportou US$ 16,5 bilhões. O custo caixa C1 da Vale totalizou US$ 24,2/t, um aumento de US$ 3,0/t comparado ao 1T22, que é principalmente explicado pela normalização de compras de terceiros, que foram significativamente impactadas pelas fortes chuvas no 1T22. Além disso, o custo do frete marítimo foi de US$ 21,3/t no 2T22, US$ 3,2/t maior t/t, impulsionado pelos maiores custos de bunker, refletindo o aumento dos preços do petróleo Brent globalmente

No 2T22, a Vale reportou um EBITDA ajustado proforma das operações continuadas de US$ 5,534 bilhões, ficando US$ 840 milhões abaixo do 1T22, refletindo a queda nos preços de minério de ferro e cobre no final do trimestre, mas parcialmente compensado por maiores volumes de vendas de minério de ferro. A margem EBITDA ficou em 47%, ante os 68% referentes a igual etapa do ano passado e queda de 10 pontos percentuais ante o 1T22.

O lucro líquido das operações continuadas atribuído aos acionistas somou US$ 4 bilhões, queda de quase 49,8% ante o mesmo período do ano passado, justificado por (i) menores preços realizados de finos de minério de ferro e cobre, parcialmente compensado por maiores volumes de vendas de minerais ferrosos; e (ii) Provisão adicional para Fundação Renova no valor de US$ 89 milhões devido a revisão de estimativas de custo.

A dívida líquida expandida diminuiu para US$ 18,558 bilhões, US$ 814 milhões inferior t/t, devido à menor dívida bruta e ao efeito de US$ 1,7 bilhão da desvalorização de 11% do real, parcialmente compensados pela menor posição de caixa e perdas na marcação a mercado nas posições de hedge cambial.

O Fluxo de Caixa Livre das Operações aumentou US$ 1,066 bilhão t/t, atingindo US$ 2,295 bilhões, uma conversão de caixa de mais de 41% do EBITDA proforma. O melhor resultado é explicado principalmente pelo impacto positivo do capital de giro no 2T e pelo imposto de renda sazonalmente maior pago no 1T22.

Impacto: Neutro. Apesar de já esperarmos números mais fracos em virtude dos menores preços realizados no período, os volumes parcialmente compensaram o efeito, o que se refletiu em um lucro líquido acima do esperado. A pressão de custos e despesas fizeram com que as margens encolhessem também, entretanto esperamos uma descompressão no médio prazo. Por fim, importante ressaltar o anúncio de dividendos que serão distribuídos no valor de R$ 3,572, referente ao exercício do primeiro semestre.

Usiminas (USIM5): Forte queda operacional anual, mas melhora na margem

A Usiminas reportou números operacionais em linha com o que esperávamos, entretanto, as despesas financeiras A receita líquida do 2T22 alcançou R$8,5 bilhões, 8,8% superior ao 1T22 (R$7,8 bilhões), com destaque para os maiores preços nas unidades de Siderurgia e Transformação e maiores volumes vendidos na Unidade de Mineração.

O EBITDA Ajustado alcançou R$1,9 bilhão no 2T22, 23,7% superior ao registrado no 1T22 (R$1,6 bilhão), mas queda de 62% A/A, quando a Usiminas havia reportado R$ 5,1 bilhões. A margem EBITDA Ajustado foi de 22,6% no 2T22, frente à margem de 19,9% no 1T22. Já na comparação anual a queda foi de 30,6 p.p.

Já o lucro líquido totalizou R$1,1 bilhão, 16,1% inferior ao lucro líquido apresentado no trimestre anterior (R$1,3 bilhão), em razão das perdas cambiais registradas no fechamento do trimestre, parcialmente compensado pelo melhor lucro operacional antes do resultado financeiro no período.

O indicador de alavancagem financeira, medido pela dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 0,05 vez no trimestre, alta de 0,07 vez em relação ao mesmo período de 2021.

Impacto: Marginalmente negativo. Apesar da forte queda reportada, os números vieram em linha, dada as fortes variações cambiais, além da elevação de custos e despesas que pressionaram as margens da empresa na comparação anual. O endividamento também apresentou aceleração, bem como a alavancagem financeira. Dito isso, estamos mais cautelosos no médio prazo em relação aos papéis de USIM5

Gol (GOLL4): Combustível pressiona resultado

A Gol publicou os seus números referentes ao 2T22 com receita líquida recorde desde o começo da pandemia, superando em 3% os valores registrados no 2T19 e 215% a/a, auxiliado pelo crescimento demanda (RPK) que ficou 103% acima do anterior em consonância com o aumento de 123% na oferta (ASK), principalmente no mercado doméstico, onde a demanda atingiu 6,5 bilhões, com nível de ocupação de 76,6% e a Gol transportou cerca de 5,6 milhões de Clientes no 2T22, um incremento de 88% comparativamente ao mesmo trimestre do ano anterior. O Yield médio por passageiro da companhia alcançou seu recorde histórico, crescendo 66% para R$0,43 por passageiro.

O grande destaque negativo no resultado fica para o aumento do valor dos combustíveis em 80% a/a, chegando a R$6,03 por litro de querosene de aviação, pressionando o resultado da empresa e acarretando um forte prejuízo nesse semestre, porém ainda acima das estimativas do mercado. Vale ressaltar que a empresa ajustou o seu guidance para esse ano, reduzindo suas expectativas operacionais e financeira.

Impacto: Negativo. Apesar da retomada gradual do setor de aviação no mundo, as dinâmicas de combustíveis ainda pressionam o setor, dificultando a rentabilidade das suas operações. Além disso, o cenário macro mais deteriorado, com cambio em patamares elevados, colaborou para o prejuízo entregue pela empresa, sobrepondo a receita recorde da empresa desde a pandemia.

Multiplan (MULT3): Bons números, mas dentro do esperado

A Multiplan divulgou os resultados do 2T22 ontem após o fechamento do mercado. De forma geral, os números foram bons mas em linha com o esperado. Os indicadores operacionais já haviam sido divulgados, o que deixou pouco espaço para surpresa na divulgação. Como destacamos abaixo, a maioria dos indicadores operacionais da Multiplan está bem acima dos níveis de 2021 (ainda impactado pela pandemia). De fato, a maioria dos indicadores atingiram níveis recordes no 3T21 ou 4T21.

A Multiplan reportou receita de R$ 437 milhões (+58% A/A), resultado positivamente impactado pelo menor impacto da pandemia em 2022. Como já destacamos anteriormente, os indicadores operacionais e financeiros da Multiplan atingiram níveis recordes no final de 2021, superando os impactos negativos da pandemia (indicadores acima dos níveis observados em 2019). O Ebitda de R$ 288 milhões (+61% A/A) ficou cerca de 6% abaixo do esperado. O lucro de R$ 173 milhões (+84% A/A) ficou em linha com as expectativas.

Impacto: Levemente Negativo. Após atingir níveis recordes ao final de 2021, os números da Multiplan já estão bem em linha com o consenso de mercado ou até levemente abaixo.

Transmissão Paulista (TRPL4): Despesas financeiras penalizam o resultado

A ISA CTEEP (TRPL4), ou Transmissão Paulista, publicou os seus números referentes ao 2T22, com melhora operacional, porém severamente impactada pela redução do RBSE e das despesas financeiras, que somaram R$322 milhões (vs. R$494 milhões no mesmo período do ano passado) e R$338 milhões (+118% a/a), respectivamente. As despesas financeiras foram responsáveis pela piora do resultado financeiro neste trimestre, que alcançou R$301 milhões, acima dos R$138 milhões registrados no 2T21, devido ao crescimento da dívida bruta no período e piora do cenário macro, elevando os patamares dos indexadores das dívidas da empresa (IPCA, CDI e TJLP são os indexadores de 55%, 36% e 8% da dívida da companhia, respectivamente).

No lado positivo, ressaltamos o aumento da receita de novos projetos (responsável também pela melhoria dos projetos Greenfield em andamento), diminuição da parcela de ajuste (PA) no período e reajuste positivo das receitas de O&M (operação e manutenção, sendo reajustados pelo IPCA do período). Como resultado, a empresa registrou um lucro líquido de R$74 milhões, 70% abaixo do 2T21.

Impacto: Negativo. Em nossa visão, a empresa continuará por mais algum tempo a enfrentar um cenário macro mais deteriorado, com chances de continuar tendo impactos em relação as suas dívidas, aliado ao fato de que parte relevante da sua dívida tem vencimento relativamente próximo (2024 e 2025). Apesar disso, a empresa mostrou melhora na disponibilidade e diminuição na parcela de ajuste, fatores que exprimem o bom desempenho operacional da empresa.

Dexco (DXCO3): Resultados fracos já refletem perda de força do setor de construção

A Dexco reportou resultados fracos no 2T22, com contração acentuada no número de peças vendidas (Deca, revestimentos e painéis). O aumento de preços contribuiu para que a contração nos resultados não fosse ainda pior.

A receita líquida da Dexco foi de R$ 2,2 bilhões (+12,1% A/A), resultado em linha com o esperado. O crescimento da receita veio principalmente do aumento de preços uma vez que as quantidades vendidas diminuíram em todas as linhas, com destaque para a queda de 25% no volume de revestimentos cerâmicos. Em função do aumento de custos, o lucro bruto aumentou apenas 8% para R$ 782 milhões e a margem diminuiu para 35,0% no 2T22 (36,5% no 2T21). O Ebitda foi de R$ 446 milhões (-11% A/A) ficou cerca de 10% abaixo do esperado e foi negativamente impactado por maiores despesas com vendas (incluindo aumento nos eventos presenciais e fretes) e também despesas administrativas (programas de digitalização e automação por exemplo). O lucro líquido de R$ 203 milhões também ficou abaixo do esperado.

Impacto: Negativo. Os números ficaram abaixo do esperado e devem continuar fracos nos próximos trimestres. Acreditamos que o setor de construção deve desacelerar nos próximos trimestres em função da alta dos juros e excesso de oferta neste setor, o que deve impactar negativamente os resultados da Dexco nos próximos meses.

Hypera (HYPE3): Recorde de vendas no 2T22

A Hypera divulgou os resultados do 2T22 ontem após o fechamento do mercado. De forma geral, os números foram bons e levemente acima do esperado. A onda de doenças respiratórias observada no trimestre impulsionou a venda de antigripais e de outros produtos sem prescrição.

A receita líquida da Hypera atingiu R$ 1.896 milhões (+26% A/A), um pouco acima do consenso do mercado. As vendas continuam sendo impulsionadas por produtos lançados nos últimos anos e também pela onda de doenças respiratórias do 2T22, favorecendo as vendas de antigripais, analgésicos, entre outros. Estes fatores levaram a empresa a ter desempenho recorde de vendas em seus produtos nas farmácias (sell-out). O Ebitda atingiu R$ 674 milhões (+31% A/A) e o lucro líquido atingiu R$ 456 milhões (-5% A/A).

Impacto: Positivo. A boa aceitação dos produtos da Hypera, confirmado pelo sell-out recorde, deve manter um ritmo elevado de crescimento das vendas nos próximos trimestres. A Hypera combina atualmente elevado crescimento, valuation atrativo e perfil defensivo devido à natureza não-cíclica de seus produtos.

Ecorodovias (ECOR3): Fim das concessões impactaram os números

A Ecorodovias divulgou seus números referentes ao 2T22, com redução de 6,7% no tráfego, causado pelo encerramento dos contratos de concessão da Ecocataratas e Ecovia Caminho do Mar em nov/2021, o que gerou de queda de 13,1% a/a na sua receita bruta de concessões rodoviárias. Desconsiderando os efeitos referentes do fim dessas concessões, a receita bruta de concessões entregou um aumento de 10% a/a. Como destaques positivos, ressaltamos o crescimento do tráfego de veículos, reajustes das tarifas de pedágio e aumento da receita bruta das operações do Ecoporto, que registrou receita de R$139,3 milhões no 2T22 (+7,1%), devido ao crescimento das operações de armazenagem causada pela retomada das importações.

Impacto: Neutro. Em nossa visão, o resultado mostra a continuação da recuperação do tráfego nas concessões da empresa e vemos um crescimento da receita a frente causada pelos reajustes de pedágio que terão efeito a partir do próximo trimestre. Além disso, vemos a empresa fortalecida para realizar novos investimentos no futuro.

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“Este relatório foi elaborado pela Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores,  para uso exclusivo e intransferível de seu destinatário. Este relatório não pode ser reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores. Este relatório é baseado em informações disponíveis ao público. As informações aqui contidas não representam garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade das mesmas e não devem ser consideradas como tal. Este relatório não representa uma oferta de compra ou venda ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo.  Investir em ações envolve riscos. Este relatório não contêm todas as informações relevantes sobre a Companhias citadas. Sendo assim, o relatório não consiste e não deve ser visto como, uma representação ou garantia quanto à integridade, precisão e credibilidade da informação nele contida. Os destinatários devem, portanto, desenvolver suas próprias análises e estratégias de investimentos. Os investimentos em ações ou em estratégias de derivativos de ações guardam volatilidade intrinsecamente alta, podendo acarretar fortes prejuízos e devem ser utilizados apenas por investidores experientes e cientes de seus riscos. Os ativos e instrumentos financeiros referidos neste relatório podem não ser adequados a todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades específicas de cada investidor. Investimentos em ações representam riscos elevados e sua rentabilidade passada não assegura rentabilidade futura. Informações sobre quaisquer sociedades, valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros objeto desta análise podem ser obtidas mediante solicitações. A informação contida neste documento está sujeita a alterações sem aviso prévio, não havendo nenhuma garantia quanto à exatidão de tal informação. A Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores ou seus analistas não aceitam qualquer responsabilidade por qualquer perda decorrente do uso deste documento ou de seu conteúdo. Ao aceitar este documento, concorda-se com as presentes limitações. Os analistas responsáveis pela elaboração deste relatório declaram, nos termos do artigo 21 da Resolução CVM nº 20, que: (I) Quaisquer recomendações contidas neste relatório refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e foram elaboradas de forma independente, inclusive em relação à Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores.”

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Formado pela ESPM-SP, com pós-graduação na FGV-SP e mestrado (MSc) em Management pela Nova School of Business and Economics (Nova SBE) e Erasmus na EM Lyon. Antes de ingressar na Guide, trabalhou por quase dois anos no BNP Paribas na Europa, na área de Global Markets na equipe de Equity Derivatives. ''A minha missão é estar sempre atualizado, antecipando tendências de mercado, através de análises, e oferecer de forma simples e objetiva ao investidor, estratégias de alocação com sólidos fundamentos.'' CNPI – 2934

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