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Cotações por TradingView

Guide Empresas: Ambev entrega bons resultados, Suzano vê salto no seu EBITDA e mais destaques!

28 de julho de 2022
Escrito por Rodrigo Crespi
Tempo de leitura: 13 min
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guide empresas
Tempo de leitura: 13 min

AmBev (ABEV3): Bons resultados no 2T22 apesar de custos elevados
Impacto: Positivo
Suzano (SUZB3): Ebitda ajustado salta 23% no trimestre
Impacto: Positivo
Grupo Pão de Açucar (PCAR3): Grupo Éxito é destaque em mais um resultado pressionado do GPA
Impacto: Levemente Negativo
Energias do Brasil (ENBR3): Números refletindo cenário hídrico estáveis
Impacto: Positivo
Intelbras (INTB3): Custos não frearam o resultado
Impacto: Positivo
Odontoprev (ODPV3): Bons resultados no 2T22
Impacto: Positivo
Assaí (ASAI3): Números novamente fortes para a rede de atacarejo
Impacto: Positivo

Nesta quinta-feira (28/07), os destaques se voltam para:

AmBev (ABEV3): Bons resultados no 2T22 apesar de custos elevados

A AmBev divulgou bons resultados no 2T22, combinando crescimento dos volumes e da receita com controle de despesas, melhorando a rentabilidade da empresa apesar dos custos com matérias-primas ainda estarem elevados.

A receita líquida da AmBev foi de R$ 17.989 milhões no 2T22 (+14% A/A). O volume de vendas de 40 milhões de hectolitros foi recorde para o segundo trimestre. Além da recuperação das vendas em bares e restaurantes (menor impacto da pandemia), a Ambev destacou também o fortalecimento de marcas premium nos últimos trimestres. Em termos regionais, o Brasil foi o destaque, com crescimento elevado tanto em cerveja quanto em bebidas não-alcoolicas. Já as vendas no Canadá e Caribe tiveram apresentaram queda no trimestre. Do lado negativo, a inflação de commodities continuou pressionado os custos e a margem bruta diminuíram de 49,3% no 2T21 para 47,9% no 2T22. O Ebitda atingiu R$ 5.538 milhões (+5% A/A) e a margem de 33,8% para 30,8%, em função do aumento de custos já mencionado. O lucro foi de R$ 2.963 milhões (+4% A/A).

Impacto: Positivo. Os números da Ambev ficaram levemente acima do esperado como destacamos na tabela abaixo. Além disso, o maior destaque negativo dos resultados segue sendo o aumento de custos (grãos e alumínio). Contudo, o preço destes itens vem mostrando queda recentemente, o que deve ser refletido nos próximos resultados da Ambev.

Suzano (SUZB3): Ebitda ajustado salta 23% no trimestre

A Suzano reportou um bom resultado operacional no 2TT2, marcado por demanda positiva e combinações de diversos fatores não programados e dificuldades logísticas que afetaram a oferta de celulose e sustentaram o aumento nos preços da fibra curta. A receita líquida da Suzano no 2T22 foi de R$ 11,5 bilhões, sendo 83% gerada no mercado externo (ante o 81% no 1T22 e 84% no 2T21). Em relação ao 1T22, o aumento de 18% da receita líquida ocorreu em função do maior volume total de vendas (+11%) e pelo maior preço médio líquido, parcialmente compensado pela valorização do BRL em relação ao USD (6%).

O EBITDA Ajustado cresceu 23% em relação ao 1T22, justificado pela Suzano em função de: i) maior preço médio líquido da celulose em dólar (13%) e maior preço médio líquido de papel em reais (10%); e ii) pelo maior volume vendido (+11%). O resultado do EBITDA Ajustado foi parcialmente impactado pela valorização do BRL médio frente ao USD de 6%, maior custo do produto vendido (CPV) base caixa por tonelada e maior SG&A.

Em decorrência de aumento da despesa de juros em moeda nacional, cujo principal indexador é o CDI, e variações cambiais e monetárias, que reduziram o resultado financeiro da Companhia em R$ 4,5 bilhões como consequência da desvalorização de 11% do BRL frente ao USD de fechamento do 1T22 considerando todas as linhas de despesas e receitas financeiras, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 6,975 bilhões.

Foi registrado um lucro de R$ 182 milhões, contra lucro de R$ 10,3 bilhões no 1T22 explicada pela variação negativa no resultado financeiro, por sua vez decorrente do impacto negativo da variação cambial sobre a dívida e da marcação a mercado das operações com derivativos, em oposição aos dois períodos de comparação.

O índice de alavancagem financeira medido pela relação dívida líquida/EBITDA Ajustado em Reais ficou em 2,3x ante 2,1x no 1T22. Esse mesmo indicador, apurado em USD (medida estabelecida na política financeira da Suzano), diminuiu para 2,3x em 30 de junho de 2022 (2,4x no 1T22). Houve aumento da dívida em moeda nacional em virtude da variação cambial, mantendo-se igual em dólar.

Impacto: Positivo. O forte volume de vendas e preço médio realizado mais elevado impulsionaram o resultado operacional, que foi um recorde histórico, vindo um pouco acima de nossa expectativa. Na ponta negativa, a variação cambial e despesa com juros pressionou o resultado líquido da empresa, porém menos do que era esperado. A queda na alavancagem financeira em moeda estrangeira é destaque positivo, além da dívida líquida ter se permanecida estável, apesar dos investimentos no Projeto Cerrado, que se encontra em 21% concluído, estando em linha com o cronograma e estimativa de Capex.

Grupo Pão de Açucar (PCAR3): Grupo Éxito é destaque em mais um resultado pressionado do GPA

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) mostrou um resultado menos atrativo que os seus pares do varejo alimentar nesta temporada de balanços. Ainda que o mercado já esperasse uma última linha mais pressionada, vai ficando cada vez mais evidente que os players de atacarejo estão lidando melhor com o cenário macro atual, marcado pela inflação.

O GPA teve faturamento líquido de 10.116 milhões no trimestre (+9,3% no A/A), sendo impulsionado principalmente pelas vendas na bandeira do Éxito, que atua na Colômbia, Uruguai e Argentina. No mercado interno, as vendas líquidas do GPA Brasil registraram a marca de R$ 4.168 milhões – expansão de 5,2% A/A – enquanto no Éxito o crescimento foi de 12,4% na comparação anual, tendo como um dos principais catalisadores o período atual ter praticamente nenhuma restrição de circulação, o que ajudou a aumentar o fluxo nas lojas.

No consolidado, o resultado bruto da companhia ficou em R$ 2.608 milhões, crescimento de 7,8% vs o ano anterior. O lucro bruto no GPA Brasil ficou praticamente estável contra o ano anterior, mas anotou perda na margem, vindo para perto dos 26%, vs margem de 27,6% no 2T21. Aparentemente o repasse de preços não tem sido suficiente para manter os níveis passados de rentabilidade. No Éxito, a margem bruta anotou leve expansão de 0,3 p.p., indo para 25,2%.

O EBITDA teve uma retração de 9% no consolidado, chegando a R$ 706 milhões no trimestre. Como destaque negativo o maior nível de despesas na operação doméstica (passando a 19,7% da receita líquida, vindo de ~18%) penalizou a métrica contábil, ainda que no grupo Éxito o crescimento de receitas tenha sido suficiente para diluir as despesas ligeiramente maiores.

A última linha registrou prejuízo de R$ 142 milhões na análise das operações continuadas, tendo pesado o impacto das despesas financeiras líquidas de pouco mais de R$ 370 milhões.

Impacto: Levemente negativo. Ainda que os números tenham vindo piores que os pares do setor na temporada de resultados, a companhia busca por um reposicionamento das lojas no mercado interno, buscando novos formatos para atender sua base de clientes. O impacto do resultado mais fraco pode ser amortecido pelas expectativas já negativas do mercado quanto ao balanço e pela performance mais pressionada do papel nos períodos recentes.

Energias do Brasil (ENBR3): Números refletindo cenário hídrico estáveis

A Energias do Brasil, ou EDP Brasil, publicou seus resultados referentes ao 2T22 com crescimento de 11% a/a no Lucro Líquido, atingindo R$381 milhões (16% acima das estimativas do mercado para o resultado), com destaque positivo para a queda de 10,5% a/a nos gastos não gerenciáveis (decorrente da queda do preço de compra de energia em SP e no ES). O grande destaque da companhia vai para o segmento de distribuição que contribuiu com R$593 milhões para EBITDA do 2T22, 96% acima do registrado no mesmo período de 2021, devido a queda do preço de compra da energia (refletindo hidrologia estável no país), enquanto a companhia viu a aumento da tarifa média em 18,7% em SP e 14,9% no ES, alavancado pela bandeira tarifária de “escassez hídrica” até abril de 2022, reduzindo de perdas e interrupções nos dois estados.

Em geração hídrica, a empresa foi beneficiada pelo reajuste nos contratos de longo prazo para fornecimento de energia, ampliando a receita em 1,7% a/a, aliado a gerenciamento eficaz dos custos com PMSO (Pessoal, Material, Serviços de Terceiros e Outros), que diminuiu em 4,5% em função da redução dos gastos com manutenção, além do menor volume de compra de energia e da PLD (Preço de liquidação de diferenças). 

Impacto: Positivo. Mesmo com uma receita levemente acima do 2T21 (+7%), a EDP Brasil conseguiu entregar um bom manejo de custos, tanto de PMSO (aumento de 9,8%, abaixo dos 12,5% registrados pelo IPCA no período), quanto de gastos não gerenciáveis (com formação de hedge via trading e dos volumes hídricos). Além disso, a empresa viu uma melhora operacional nos seus segmentos de transmissão (sendo impactado pela queda nas receitas de construção, porém com aumento na receita operacional) e de distribuição (com melhora das operações em relação a tempo e frequência das interrupções). Com a inflação seguindo em patamar elevado, beneficiando os contratos de longo prazo, e os volumes nos reservatórios estabilizados, diminuindo ou equilibrando seus custos, acreditamos que a companhia siga ampliando seus números nos próximos períodos.

Intelbras (INTB3): Custos não frearam o resultado

Mesmo com os custos elevados de matérias primas e volatilidade no câmbio, a Intelbras foi capaz de entregar números em linha com o esperado pelo mercado, incorporando parcialmente (somente maio e junho) os números da adquirida Renovigi, focada em painéis solares. A empresa entregou 40% a/a de crescimento na receita líquida, em linha com as estimativas do mercado, e 25% a/a ex-Renovigi. O segmento de energia solar, que representou cerca de 35% da receita total da empresa, viu crescimento de 241% na sua receita liquida, comprimindo em 8 p.p. a margem bruta, que atingiu 15,6%, impactado pelo excesso de estoque importado de produtos no mercado nacional, reduzindo as margens do segmento.

Apesar do nível estável de receita, Comunicação entregou 5 p.p. de ampliação na margem bruta. Segurança, uma das principais linhas de receita da companhia (~48% da receita líquida total), viu aumento de 27% a/a, fruto da ampliação de projetos do segmento e linhas de controle de acesso.

Impacto: Positivo. A Intelbras entregou crescimento expressivo, em linha com as expectativas de mercado, porém com um bom gerenciamento de custos, agregando positivamente ao seu lucro e EBITDA. Em nossa visão, a estabilização dos estoques no segmento solar e a integração completa da Renovigi com a plataforma da Intelbras tendem a ser mais evidentes nos próximos períodos, além de ser benéfica para a Intelbras, que esperamos que continuem repassando rapidamente a variação dos seus custos para o consumidor.

Odontoprev (ODPV3): Bons resultados no 2T22

A Odontoprev divulgou os resultados do 2T22 ontem após o fechamento do mercado. Em linhas gerais, os números foram positivos, levemente acima do consenso do mercado. Os destaques foram o crescimento da base de beneficiários e bom controle de despesas.

A receita líquida da Odontoprev atingiu R$ 481 milhões no 2T22 (+6% A/A) em função do crescimento de ~6 da base de beneficiários e ticket médio (receita por usuário) estável. A sinistralidade aumentou de 40,0% no 2T21 para 42,1% no 2T22 em função principalmente do aumento da sinistralidade nos planos corporativos. É provável que o fim da pandemia eleve a sinistralidade da Odontoprev nos próximos trimestres. Apesar da inflação elevada, as despesas comerciais e administrativas ficaram estáveis, favorecendo o aumento do Ebitda (+5% A/A), compensando o impacto negativo da maior sinistralidade. O lucro aumentou para R$ 100 milhões (+15% A/A) e ficou um pouco abaixo do esperado. O forte crescimento da receita financeira contribuiu para o aumento do lucro do trimestre.

Impacto: Positivo. Tanto em termos operacionais quanto financeiro, os números ficaram levemente acima do esperado. Esperamos uma reação positiva hoje.

Assaí (ASAI3): Números novamente fortes para a rede de atacarejo

O Assaí reportou mais um sólido trimestre. Sua receita líquida avançou +33% , refletindo o a excelente contribuição, de +18,1%, das 33 lojas inauguradas nos últimos 12 meses; e o robusto crescimento ‘mesmas lojas’ de +14,7%, com aumento do fluxo de clientes, em especial do público B2B, e dos volumes, impulsionado pelas dinâmicas comerciais bem-sucedidas e consistentes durante todo o trimestre; EBITDA Ajustado com sólido crescimento de 30% .

As despesas gerais e administrativas somaram R$ 1,199 bilhão no 2T22, um crescimento de 25,4% em relação ao mesmo período de 2021.

O EBITDA Ajustado apresentou sólido crescimento de 30%, atingindo R$ 978 milhões e margem de 7,4%, aceleração de +0,8 p.p. em relação ao 1T22, decorrente da estratégia comercial bem sucedida e maior diluição e controle das despesas mesmo diante da forte expansão. O lucro líquido somou R$ 319 milhões, um crescimento de 20,7% na comparação anual.

O indicador de alavancagem financeira, medido pela dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 2,72 vezes em junho/22, queda de 0,82 vez em relação ao mesmo período de 2021.

Impacto: Positivo. Conforme já esperávamos, o Assaí reportou mais um resultado bastante sólido, surpreendendo as nossas estimativas referentes ao 2T22, o que corrobora com a nossa visão de que a rede de atacarejo é ainda a mais bem posicionada no país, sendo altamente rentável, além de mostrar forte crescimento, com lançamento previsto para 52 lojas sendo abertas ainda neste ano.

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“Este relatório foi elaborado pela Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores,  para uso exclusivo e intransferível de seu destinatário. Este relatório não pode ser reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores. Este relatório é baseado em informações disponíveis ao público. As informações aqui contidas não representam garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade das mesmas e não devem ser consideradas como tal. Este relatório não representa uma oferta de compra ou venda ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo.  Investir em ações envolve riscos. Este relatório não contêm todas as informações relevantes sobre a Companhias citadas. Sendo assim, o relatório não consiste e não deve ser visto como, uma representação ou garantia quanto à integridade, precisão e credibilidade da informação nele contida. Os destinatários devem, portanto, desenvolver suas próprias análises e estratégias de investimentos. Os investimentos em ações ou em estratégias de derivativos de ações guardam volatilidade intrinsecamente alta, podendo acarretar fortes prejuízos e devem ser utilizados apenas por investidores experientes e cientes de seus riscos. Os ativos e instrumentos financeiros referidos neste relatório podem não ser adequados a todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades específicas de cada investidor. Investimentos em ações representam riscos elevados e sua rentabilidade passada não assegura rentabilidade futura. Informações sobre quaisquer sociedades, valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros objeto desta análise podem ser obtidas mediante solicitações. A informação contida neste documento está sujeita a alterações sem aviso prévio, não havendo nenhuma garantia quanto à exatidão de tal informação. A Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores ou seus analistas não aceitam qualquer responsabilidade por qualquer perda decorrente do uso deste documento ou de seu conteúdo. Ao aceitar este documento, concorda-se com as presentes limitações. Os analistas responsáveis pela elaboração deste relatório declaram, nos termos do artigo 21 da Resolução CVM nº 20, que: (I) Quaisquer recomendações contidas neste relatório refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e foram elaboradas de forma independente, inclusive em relação à Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores.”

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Formado pela ESPM-SP, com pós-graduação na FGV-SP e mestrado (MSc) em Management pela Nova School of Business and Economics (Nova SBE) e Erasmus na EM Lyon. Antes de ingressar na Guide, trabalhou por quase dois anos no BNP Paribas na Europa, na área de Global Markets na equipe de Equity Derivatives. ''A minha missão é estar sempre atualizado, antecipando tendências de mercado, através de análises, e oferecer de forma simples e objetiva ao investidor, estratégias de alocação com sólidos fundamentos.'' CNPI – 2934

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