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Guide Empresas: B3 é afetada pela queda na atividade do mercado, CPFL tem melhora operacional e mais!

Tempo de leitura: 16 minutos

B3 (B3SA3): Números afetados pela queda na atividade do mercado
Impacto:
Negativo
CPFL (CPFE3): Melhora operacional reflete no aumento do lucro
Impacto: Marginalmente Positivo
MRV Engenharia (MRVE3): bons resultados graças à operação norte americana
Impacto: Neutro
Americanas (AMER3): Apesar de cenário turbulento, recorde operacional é destaque
Impacto:
Positivo
Energisa (EGIE11): Melhora do consumo sobreposta pelas despesas financeiras
Impacto: Neutro
Rede D’or (RDOR3): Resultado fraco, mas em linha com o esperado
Impacto:
Neutro
Yduqs (YDUQ3): Captação recorde, melhoras operacionais
Impacto:
Positivo
Cogna (COGN3): Em rota de recuperação
Impacto: Positivo

Nesta sexta-feira (13/05), os destaques se voltam para:

B3 (B3SA3): Números afetados pela queda na atividade do mercado

A B3 publicou seus números referentes ao 1T22 com queda de 4,6% a/a na receita líquida, atingindo R$2,5 bilhões, devido (i) a diminuição no volume de listados, com destaque para o volume de ações à vista (-15%), opções sobre ações e índices (-13%) e futuro de ações (-1,1%, com queda de 2% na receita média por contrato), (ii) a  queda de nos volumes de taxas de juros em real e taxas de câmbio, parcialmente sobreposta pelo aumento de 97% no volume transacionado (encolhimento de 29% no RPC) e (iii) a queda de 20% no número de veículos no país, pela diminuição da demanda causada pelo aumento expressivo do ticket médio automotivo.

Como destaques positivos, ressaltamos (i) o aumento de 12% a/a nas receitas do segmento de balcão, fechando o 1T22 em R$301 milhões, reflexo da boa performance do segmento de instrumentos de renda fixa e do mercado de operações estruturadas, (ii) alta de 33% a/a nas receitas de tecnologia, impulsionadas pela aquisição da Neoway (forte no segmento de Data Analytics) e correção dos preços pelo IPCA. Como negativos vemos o crescimento de 30% nas despesas, impulsionada pelo aumento robusto nas despesas com pessoal e processamento de dados no período. Outro grande destaque positivo foi os R$229 milhões de resultado financeiro, revertendo o prejuízo de R$44 milhões registrados no 1T21, causado pelo rendimento com o aumento das taxas.

Resultando na queda de 5,3% a/a no lucro líquido ajustado da empresa, alcançando R$1,4 bilhão (-5,3%), desconsiderando os efeitos positivos trazidos pelo aquisição da Neoway.

Impacto: Negativo. A deterioração dos volumes a visto foi abaixo das estimativas conservadoras do mercado, além disso, a revisão dos guidances de despesa da empresa ofusca os próximos passos da B3, em nossa visão, impactado também pelo aumento robusto das despesas com pessoal. A estratégia de diminuição das tarifas para tipos especiais de investidores pode afetar as margens da B3 por mais tempo, que hoje já estão em 3,53 bps para as operações no mercado de ações. Em nossa visão a piora da B3 é reflexo, em partes, pelo cenário de aversão ao risco, com aumento das taxas de juros e ainda vemos seu segmento de tecnologia como um dos grandes drivers do papel. Sendo assim, esperamos uma reação negativa do mercado.

CPFL (CPFE3): Melhora operacional reflete no aumento do lucro

A CPFL publicou seus números referentes ao 1T22 com operacional estável, impactado negativamente pela diminuição de 4,6% a/a na carga líquida no mercado cativo, sobreposta parcialmente pelo crescimento de 7,8% a/a na distribuição para clientes do mercado livre. Na quebra por segmento, a empresa viu (i) diminuição de 2,6% na classe residencial, impactado pela gradual retomada das atividades presenciais, (ii) redução de 1,8% nas vendas para classe industrial e (iii) crescimento de 4,5% nas vendas para classe comercial, impulsionado pela maior temperatura na região da sua subsidiária Rio Grande Energia (RGE) e a recuperação do segmento no pós-pandemia.

Na comparação ano contra ano, a empresa teve diminuição 32 bps nas suas perdas acumuladas nos últimos 12 meses, ainda acima dos 8,24% estabelecidos pela ANEEL. Quanto a performance relativa a interrupções, a empresa mostrou melhora expressiva nos indicadores, registrando duração equivalente de interrupções (DEC) de 7,38 (-6,7%) e frequência equivalente de interrupções (FEC) de 4,27 (-7,6%). As despesas com PDD tiveram piora, alcançando 0,94% (vs. 0,67% a/a e 0,78% t/t), causada pela escassez hídrica, com reajuste tarifário e maior ticket médio. A receita líquida da empresa teve crescimento de 7,6% a/a, EBITDA +34,4% a/a e lucro líquido em R$1,2 bilhão (+21% a/a).

Impacto: Marginalmente Positivo. A melhora operacional da empresa em relação ao mercado livre, foi sobreposta pela piora dos indicadores e vendas para o mercado cativo, agravada pelo maior nível de inadimplência nesse trimestre. Apesar disso, vemos com bons olhos a melhora da operação quanto às interrupções e o aumento de 21% no lucro líquido, quebrando a marca de R$1 bilhão nessa linha para a empresa. Em suma, esperamos uma reação positiva do mercado.

MRV Engenharia (MRVE3): bons resultados graças à operação norte americana

A MRV Engenharia apresentou resultados um pouco acima do esperado no 1T22. O destaque dos resultados foi o crescimento das operações nos EUA, que impactou positivamente a rentabilidade da MRV Engenharia. Esperamos uma reação neutra das ações. Apesar dos números levemente acima do esperado, o aumento de juros deve pressionar o setor de construção nos EUA nos próximos trimestres.

As vendas contratadas da MRV atingiram R$ 1.745 milhões no 1T22 (+4,3% A/A), representando um recorde histórico para a companhia. Os números foram positivamente impactados pela operação nos EUA (e pela depreciação do Real), que atualmente representam 24% do total de vendas da empresa.

A receita líquida da MRV atingiu R$ 1.675 milhões (+5% A/A) e ficou 3% acima do esperado pelo mercado. O lucro bruto foi de R$ 332 milhões (-25% A/A) e a margem bruta caiu para 20%, negativamente impactada por aumento de custos, particularmente relacionados à commodities, como aço. A empresa destacou que a margem foi mais afetada em projetos antigos, onde os repasses ainda não foram feitos.

As vendas de empreendimentos novos já embutem margens maiores, ao redor de 22%. O Ebitda foi de R$ 199 milhões, cerca de 20% acima do esperado pelo consenso. A margem Ebitda caiu para 12% ante 13% no 1T21. O lucro foi de R$ 83 milhões (-39% A/A), negativamente impactado por maiores despesas financeiras e depreciação.

Impacto: Neutro. Os números ficaram levemente acima do esperado e não vemos como suficiente para gerar uma reação positiva do mercado. Além disso, a melhora foi concentrada nos EUA, onde os juros estão subindo e os riscos de recessão aumentando, gerando dúvidas sobre a continuidade deste crescimento nos resultados.

Americanas (AMER3): Apesar de cenário turbulento, recorde operacional é destaque

Apesar do momento mais desafiador do cenário econômico, com alta das taxas de juros, inflação crescente, pressão em custos e queda na renda da população a Americanas foi capaz de reduzir o seu prejuízo em comparação ao mesmo período do ano passado.

O GMV da empresa foi de R$ 14,2 bilhões, um crescimento de 21,7% vs 1T21, justificado pela boa performance em todas as plataformas de negócios, com o físico crescendo 27% e o digital crescendo 20%, novamente acima da média do mercado, mesmo diante de uma base desafiadora (+89% no 1T21) e dos impactos do incidente de segurança ocorrido em fevereiro, de acordo com relatório trimestral.

A plataforma de eCommerce apresentou crescimento de 20,1% (1P: +24,3% e 3P: +16,9%), novamente acima da média dos nossos concorrentes, mesmo diante de uma base desafiadora (+89% no 1T21) e dos impactos do incidente de segurança ocorrido em fevereiro. Na plataforma física, o crescimento no conceito “mesmas lojas” foi de 10,3% no quadrimestre (4M22), como forma de eliminar o descasamento da Páscoa (efeito páscoa).

O EBITDA Ajustado atingiu R$ 659,7 milhões, maior EBITDA da história para o período, avançando 57,9% vs. 1T21. De acordo com a companhia, apesar do impacto negativo da inflação nas despesas, os ganhos com as sinergias da combinação de negócios, a monetização da Ame e as iniciativas de crescimento sustentável geraram uma evolução de 1,9 p.p na margem EBITDA vs 1T21, totalizando 9,8%.

O resultado líquido foi de prejuízo de R$ 137,3 milhões, uma redução de 38,8% em relação ao 1T21. Desconsiderando os efeitos não recorrentes do ágio da Local, no valor de R$ 100,9 milhões, o prejuízo líquido seria de R$ 238,2 milhões. A empresa apresentava uma posição de dívida líquida de R$ 1,6 bilhão.

Impacto: Positivo. A Americanas tem demonstrado sólida melhora operacional, reportando um Ebitda ajustado acima do esperado, sendo um recorde histórico para a companhia. Além disso, vemos as iniciativas digitais ganhando cada vez mais corpo e tornando-se alavancas para um ganho de eficiência ainda maior por meio de sinergia. Dito isso, apesar de vermos no médio-prazo a prorrogação de um cenário desafiador para o setor, AMER3 é dentre os players domésticos o que tem demonstrado ser dos mais resilientes, tendo ganho de market share e crescimento de Ebitda, apesar do incidente de segurança no período.

Energisa (EGIE11): Melhora do consumo sobreposta pelas despesas financeiras

A Energisa viu uma melhora de 2,3% no volume de energia fatura, sobreposta pelas suas despesas financeiras no período. Os destaques no consumo, vão para (i) aumento de 3,2% no consumo residencial, chegando a 3,7 mil GWh, após efeito positivo das temperaturas e base comparativa mais fraca, (ii) aumento de 6,4% no consumo na classe comercial, alcançando 1,8 mil GWh, refletindo a retomada das atividades presenciais nos serviços, e (iii) redução de 5,9% no consumo do segmento rural, diante da menor demanda por irrigação diante ao maior nível de chuva nas regiões das suas concessionárias. As suas subsidiárias, no geral, reportaram um nível de interrupções dentro dos limites regulatórios.

A companhia reportou melhora em todas as suas receitas, encerrando o 1T22 com (i) receita liquida de R$6,5 bilhões (+19% a/a e 7% acima das estimativas), (ii) custos e despesas de R$3,1 bilhões (-0,7% a/a), impulsionada pelo crescimento das despesas com provisões e compra de energia, (iii) resultado financeiro de R$563 milhões negativos, revertendo o resultado positivo de R$104 milhões no 1T21, causa pelo aumento de 1292% nas despesas financeiras, com destaque para as perdas de instrumentos derivativos e encargos de juros, e (iv) lucro líquido de R$580 milhões, 34% abaixo do 1T21.

Impacto: Neutro. Vemos com bons olhos a melhora operacional robusto da Energisa nesse último trimestre, porém o aumento da inadimplência aliado ao resultado financeiro fortemente negativo, sobreporam essa melhora. Apesar disso, em nossa visão, a empresa continuará melhorando sua operação e nos faz ter uma visão otimista sobre o papel no longo prazo. Sendo assim, esperamos uma reação neutra do mercado.

Rede D’or (RDOR3): Resultado fraco, mas em linha com o esperado

A Rede Dor apresentou resultados fracos, mas em linha com o esperado no 1T22. Esperamos uma reação neutra do mercado. As ações da Rede Dor caíram mais de 50% nos últimos doze meses com investidores revisando para baixo suas estimativas de crescimento para empresas do setor de saúde em geral, e Rede Dor em particular. A queda reflete também o valuation caro, que foi negativamente afetado pelo aumento dos juros (empresas mais “caras” normalmente são as mais sensíveis ao aumento de juros).

A receita líquida da Rede Dor foi de R$ 5.373 milhões no 1T22 (+14% A/A) e ficou em linha com o esperado. Boa parte do crescimento se deve à aquisições feitas pela Rede Dor nos últimos doze meses: só no 1T22, a Rede Dor concluiu a aquisição de quatro hospitais e o número de leitos disponíveis aumentou 22%. A ocupação nos hospitais diminuiu de 79,5% no 1T21 para 78,1% no 1T22. O ticket médio apresentou queda de 3% A/A e ainda se encontra em níveis baixos quando comparados com os níveis pré-pandemia. Acreditamos que com a redução dos casos de Covid e recuperação da mobilidade, as cirurgias eletivas devem voltar a crescer nos próximos trimestres, elevando o ticket médio da Rede Dor. O Ebitda foi de R$ 1.317 milhões (+16% A/A) e a margem ficou estável em 24%. Apesar do crescimento da receita, os custos e despesas também aumentaram sensivelmente nos últimos trimestres em função da consolidação das aquisições e também por conta da inflação com materiais e medicamentos. O lucro caiu para R$ 225 milhões em função de maiores despesas financeiras e depreciação.

Impacto: Neutro. Os números fracos já eram esperados pelo mercado em nossa visão. A queda de mais de 50% nos últimos doze meses também deve evitar uma reação negativa aos números divulgados ontem.

Yduqs (YDUQ3): Captação recorde, melhoras operacionais

Com a normalização do ensino presencial, após dois anos de restrições, a Yduqs foi capaz de adicionar mãos de 250 mil alunos a base em todas as modalidades de ensino. No 1T22, a receita líquida da Companhia apresentou crescimento de 10,2% vs. 1T21, com os segmentos Premium e Ensino Digital sendo os principais drivers de crescimento e que juntos já representam 53% da receita líquida total da companhia no período (+8 p.p. vs. 1T21).

As despesas gerais e administrativas ajustadas apresentaram um aumento de 9,2% vs. 1T21, justificada pelo aumento na linha de pessoal e outras despesas dos segmentos Premium e Ensino Digital (+R$7,1 milhões e R$14,5 milhões) respectivamente, que seguem em forte expansão. Já no segmento presencial, houve uma redução de R$19,1 milhões nas linhas de pessoal e outras despesas. O EBITDA ajustado da Companhia totalizou R$400,4 milhões (+23,5% vs. 1T21), com uma margem EBITDA ajustada de 33,6% (+3.8 p.p. vs. 1T21).

O Lucro Líquido ajustado totalizou R$96,0 milhões (+33,4% vs. 1T21), com uma margem líquida ajustada de 8,0% (+1,4 p.p. vs. 1T21). A relação dívida líquida/ EBITDA ajustado (LTM) pelos efeitos não recorrentes foi de 1,7x, mantendo uma alavancagem saudável e disciplina de capital. Já a posição de caixa e disponibilidades da Companhia totalizou R$1.707,8 milhões. A dívida bruta (excluindo arrendamento mercantil), encerrou o trimestre em R$4.092,3 milhões.

Impacto: Positivo. O incremento significativo na base de alunos, com elevado crescimento principalmente nos cursos premium (que possui ticket médio elevado), fechando com 13,9 mil alunos. Além disso, houve melhoras substanciais para Yduqs, com destaque para o crescimento significativo do Ebitda e margem Ebitda, justificada pelo forte salto na receita e controle de custos, principalmente relacionados a Vendas e Marketing. Além disso, a situação financeira encontra-se em patamar saudável, dada a alavancagem de 1,7x e elevada posição caixa o que pode indicar mais operações de M&A para acontecer nos próximos trimestres.

Cogna (COGN3): Em rota de recuperação

A receita líquida liquida somou R$ 71 milhões, aumento de 6,4%, refletindo resultado positivo da Vasta que supera em R$99,7 milhões a receita líquida do 1T21 em função do excelente ciclo comercial performado pela empresa em 2021 e na retomada financeira das escolas privadas K-12.

Crescimento de 23,9% de Ebitda no período, que somou R$77,6 milhões, com aumento de margem em 480bps. De acordo com a empresa, o número reflete o direcionamento estratégico asset light que fomenta maior qualidade de receita e margem de contribuição na Kroton. Houve redução expressiva das linhas não recorrente, impulsionando o EBITDA em 27,2% (+ R$ 91,6 milhões) e ganho de 590 bps na margem no comparativo entre 1T22 e 1T21.

O lucro líquido atingiu R$ 55,3 milhões, 58,7% maior que o de 1T21 apesar de aumento de R$ 159 milhões em custo de dívidas motivado por aumentos da taxa Selic entre 1T21 e 1T22 (2,5% vs. 12,75%). A geração de caixa operacional antes do capex foi positiva em R$283 milhões, novamente favorecida pela maior arrecadação em Kroton (em que pese a redução de receitas), a um melhor comportamento de adimplência. A empresa reportou uma alavancagem financeira de 2,15x dívida líquida/EBITDA Ajustado, ligeira redução ao reportado no 4T21 de 2,16x.

Impacto: Positivo. Os números reportados pela Cogna mostram o impacto positivo que a reestruturação passou a trazer, o que a tornou mais eficiente, com expectativa de crescimento mais sustentável e ainda avançou em cursos premium, que possuem ticket médio mais elevado, através da Kroton. A Vasta novamente também foi o forte impulsionador da receita do trimestre. Dito isso, seguimos neutro em relação aos papéis de Cogna, pois apesar a recuperação que vem sendo apresentada, vemos outros players no setor mais bem posicionado e com um modelo de negócio mais rentável.

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