Guide Empresas – Vale diverge com Estado de Minas em valores para reparação de Brumadinho; Qualicorp adquire rival da Plural por R$202 milhões; e mais…

Banco do Brasil: Cia tem pedido de liminar indeferido pela Justiça 
Impacto: Marginalmente negativo
Qualicorp: Cia adquire rival da Plural por R$202 milhões 
Impacto: Positivo
Sabesp: Cia estuda licitações fora de São Paulo
Impacto: Positivo
Stone: Cia compra Linx por R$6,7 bilhões 
Impacto: Positivo
Vale: Estado de Minas diverge em valores com a cia para reparação de Brumadinho
Impacto: Marginalmente Positivo

Confira os destaques de hoje:

Banco do Brasil: Cia tem pedido de liminar indeferido pela Justiça 

O Banco do Brasil havia feito um pedido de liminar dentro do processo de recuperação judicial da Oi, que foi indeferido pela desembargadora Mônica Maria Costa, da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

O banco reivindicava que fosse sustada “a eficácia e a exequibilidade” do plano de recuperação judicial da Oi, alterado por um aditamento aprovado por credores em assembleia, que tomará parte no dia 8 de setembro. 

O BB também pedia a “suspensão de todo e qualquer ato distributivo entre credores do produto da venda dos ativos” da Oi.

Impacto: Marginalmente Negativo. O Banco do Brasil teve seu pedido de liminar envolvendo a recuperação judicial da Oi reprovado. O banco reivindicava a sustentação de eficácia da exequibilidade do processo.

Qualicorp: Cia adquire rival da Plural por R$202 milhões 

A Qualicorp concluiu a compra de 75% de sua concorrente Plural Saúde por R$ 202,5 milhões. Esta foi a maior aquisição realizada feita pela companhia nos últimos oito anos.

Sua estratégia, com a nova aquisição, é ampliar sua oferta de planos de saúde no portfólio para atender, principalmente, aqueles usuários com risco de cancelar seus contratos devido aos reajustes que voltam a ser aplicados em 2021.

Ainda, pretende atender o cliente que busca um produto mais barato diante do atual cenário de crise econômica. A maior parte das 21 operadoras que trabalha com a Plural é regional e seu tíquete médio é de R$ 300, contra cerca de R$ 500 da Qualicorp.

O novo ativo também garante à Qualicorp, entrada em Porto Velho e amplia a presença em Manaus, Cuiabá, Campo Grande, Brasília, São Paulo, São José do Rio Preto (SP), Angra dos Reis (RJ), Barra Mansa (RJ), Campo Grande (RJ), Rio de Janeiro, Volta Redonda (RJ), Cachoeiro de Itapemirim (ES), Colatina (ES) e Porto Alegre. A sobreposição de carteiras das duas empresas é de apenas 10%.

Impacto: Positivo. A nova aquisição representou a oitava maior na história da companhia, e deve impulsionar o aumento da oferta de planos de saúde da companhia, além de colaborar para a expansão da atuação da empresa dentro de novos públicos.

Sabesp: Cia estuda licitações fora de São Paulo

A Sabesp pensa em realizar novas licitações fora do Estado de São Paulo após ter ficou em segundo lugar no leilão de água e esgoto da região metropolitana de Maceió (AL).

A companhia planeja seguir o modelo de consórcio com um parceiro privado – no caso da disputa em Alagoas, a Sabesp entrou como acionista minoritária em um grupo controlado pela Iguá Saneamento, da IG4 Capital.

Os executivos preferem não comentar sua estratégia de expansão para novos alvos, visto que os leilões estão em curso e bastante corridos.

A expansão da Sabesp para o segmento de resíduos sólidos também deverá ter avanços em breve, segundo o presidente. Dentro de um mês, a expectativa é conseguir as autorizações necessárias para abrir um chamamento público, que selecionará uma empresa privada para uma joint venture, destinada a operar os resíduos sólidos do município de Diadema (SP).

O plano é construir uma usina que possibilita a transformação do lixo da cidade em energia.

Impacto: Positivo. Com as novas estratégias de expansão, a companhia deve aumentar seu portfólio e área de atuação, tornando assim sua operação ainda mais relevante.

Stone: Cia compra Linx por R$6,7 bilhões 

A credenciadora de cartões Stone recebeu a aprovação dos acionistas da companhia de software Linx.

A oferta feita pela empresa atingiu o patamar de quase R$6,8 bilhões, vencendo assim a disputa que se estendeu por quatro meses com a Totvs.

Faltando poucos minutos para a Assembleia geral extraordinária, a Stone acenou com um pagamento adicional de R$ 268,6 milhões em dinheiro, elevando o valor total para R$ 33,56 por ação mais 0,0126774 ação classe A da Stone para cada papel da empresa.

Na assembleia de acionistas, foram computados 55,95% votos a favor da proposta da Stone, 20,01% contra e 3,79% abstenções.

Impacto: Positivo. O negócio, que foi finalmente concluído, dará à Stone uma base de 45,6% do varejo atendido atualmente pela Linx, que informa ter 50 mil clientes no Brasil e no exterior. A credenciadora de cartões possui hoje participação muito pequena no segmento.

Vale: Estado de Minas diverge em valores com a cia para reparação de Brumadinho

Ontem ocorreu uma nova etapa do processo de negociação da Vale com instâncias governamentais, para discutir os valores envolvidos na reparação de Brumadinho (MG) devido ao rompimento da mina de Córrego do Feijão.

Esta foi a audiência de mediação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), órgão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Os entes governamentais pediram uma quantia de R$54 bilhões (quse US$19 bilhões) em Ação Civil Pública (ACP) para a mineradora, enquanto que a empresa havia provisionado um total de US$6 bilhões, equivalente a R$33,6 levando em conta o câmbio atual.

A Vale, por sua vez, encomendou um estudo à consultoria Tendências, cujo parecer, assinado pelo ex-ministro Maílson da Nóbrega, aponta que o valor pedido pelos representantes do Estado “baseia-se em premissas que não têm amparo na teoria econômica”.

Em nota, a Vale informou que segue mantendo diálogo construtivo com o governo de Minas e instituições de Justiça federais e estaduais para o benefício do Estado e da população.

A companhia completou dizendo que uma nova audiência está marcada para 9 de dezembro e disse que ontem ficou acordado que o pagamento emergencial será estendido até o fim do ano. Até então o pagamento ia até novembro.

Impacto: Marginalmente Positivo. O mercado havia precificado no pregão de ontem que algo positivo e conclusivo pudesse ocorrer durante a audiência. O resultado foi a extensão do prazo do pagamento emergencial até o final do ano e uma nova audiência marcada para 9 de dezembro. 

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