Guide Empresas – Financiamento do BNDES às aéreas começa a destravar; Minerva avalia venda de participação na Athena Foods; e mais…

Confira os destaques de hoje:

Ecorodovias: Empresa divulga o movimento em suas rodovias
Impacto: Positivo
Minerva: Cia avalia venda de participação na Athena Foods
Impacto: Positivo
Petrobras: Cia reduz investimentos no segmento de exploração e produção 
Impacto: Marginalmente Negativo
Rumo: Cia antecipa hoje R$5,1 bilhões em outorgas à União 
Impacto: Positivo
Ser Educacional: Oferta da empresa para a Laureate gera alerta no mercado
Impacto: Marginalmente Negativo
Setor de Companhias Aéreas: Após cinco meses, financiamento do BNDES começa a destravar
Impacto: Positivo

Ecorodovias: Empresa divulga o movimento em suas rodovias

Novamente a Ecorodovias apresentou avanços positivos quanto ao fluxo em suas rodovias.

Nessa semana, o movimento divulgado refere-se ao período que vai do dia 16 de março a 13 de setembro. Neste, a queda, referente ao mesmo período no ano passado, é de -12,7%, enquanto que a da semana passada era de -13,3%.

No acumulado do ano, esta totaliza -6,0%, vs. -6,3% divulgado na semana passada.

A Ecopistas e a Ecoponte seguem sendo as principais influencias negativas na conta.

Impacto: Positivo. Novamente a companhia divulgou avanço positivo com relação aos fluxos em suas rodovias. O setor deve continuar observando grandes avanços a cada semana. Gostamos do papel e sustentamos nossa recomendação baseada na qualidade dos ativos, expectativa de rápida recuperação dos fluxos e grandes chances de apreciação conforme a empresa vença algum leilão de concessão nos próximos meses.

Minerva: Cia avalia venda de participação na Athena Foods

A Minerva informou ao mercado que recebeu proposta, através de uma carta de intenções não vinculativas com sociedade de propósito específico para aquisição (SPAC), listada na Nasdaq, que avalia sua subsidiária, Athena Foods em US$1,5 bilhão. 

Do total que a empresa é avaliada, US$146 milhões são descontados da dívida líquida, resultando em US$1,354 bilhão.


A empresa espera que esta transação seja concluída até o 4T20.
De acordo com o frigorífico, a SPAC possui em caixa, uma quantia equivalente a cerca de US$200 milhões, para financiar aquisições.

A SPAC ainda espera realizar uma oferta privada para obter US$100 milhões adicionais. Com a captação, os US$200 milhões serão destinados ao caixa da Minerva, que ainda irá deter 75% de participação em sua subsidiária, e US$100 milhões ao caixa da Athena. Ainda, a SPAC passaria a deter 25% da Athena, e esta passaria a ser listada na Nasdaq.

Impacto: Positivo. Atualmente, a Minerva possui valor de mercado equivalente a US$2,2 bilhões, com a Athena representando 30% do total. No ano passado, o frigorífico considerou realizar uma oferta pública inicial de ações para a Athena, que captaria US$1,5 bilhão, mas teriam de vender parte maior do que os 25% propostos.

Petrobras: Cia reduz investimentos no segmento de exploração e produção 

A estatal anunciou ontem que reviu o portfólio do seu segmento de exploração e produção (E&P), devido ao impacto da crise desencadeada pela pandemia no setor.

A partir da revisão feita, a Petrobras deve investir no segmento entre US$ 40 bilhões e 50 bilhões no período de 2021 a 2025, comparado aos US$ 64 bilhões anunciados no Plano Estratégico entre 2020 e 2024.

Com isso, Búzios e demais ativos do pré-sal passarão a ter relevância ainda maior na carteira da companhia, representando cerca de 71% do investimento total do E&P para 2021 a 2025, contra 59% no plano estratégico. 

Por fim, a empresa anunciou também que o campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, voltará a se chamar Tupi. Durante o mês de julho, os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiram que o ato de rebatizar o nome da área caracterizava desvio de finalidade por visar a promoção pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Impacto: Marginalmente Negativo. Devido ao forte impacto da crise nos preços do barril de petróleo e na demanda pelo combustível, a Petrobras adequou a quantia de investimento a ser destinada ao setor de Exploração e produção.

Rumo: Cia antecipa hoje R$5,1 bilhões em outorgas à União

A Rumo, companhia de logística controlada pelo grupo Cosan, recentemente realizou uma capitalização no mercado, o que a permite pagar à União, parcelas antecipadas da outorga devida pelas concessões da Malha Paulista e da Ferrovia Norte-Sul, equivalentes a R$5,1 bilhões.

A quantia corresponde a 85% do que a Rumo deve ao governo por ambas as rodovias.

As duas possuem prestações trimestrais, para a Malha Paulista, cuja concessão foi renovada até 2058, ela desembolsará R$ 2,8 bilhões – o equivalente a 70 parcelas. No caso da Norte-Sul, que teve contrato de 30 anos assinado em 2019, o adiantamento é de R$ 2,3 bilhões – valor correspondente a 59 prestações.

Após um acordo com o Ministério da Infraestrutura e com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), foi decidido que o pagamento ocorrerá hoje.

Impacto: Positivo. A antecipação do pagamento permite à Rumo destinar maior parte do capital a outros investimentos. Isto antes não era possível já que o caixa da empresa estava comprometido com a outorga pelos próximos 15 anos.

Ser Educacional: Oferta da empresa para a Laureate gera alerta no mercado

Após divulgação da oferta pela aquisição do Grupo Laureate no Brasil, as ações da Ser Educacional tiveram grande alta, subindo mais de 10%.

Ao mesmo tempo, alguns gestores passaram a se questionar quanto à composição de ações divulgadas.

Isto porque esta distingue poder de voto de ações ordinárias conforme o acionista que as detém.

Impacto: Marginalmente Negativo. Além de a Yduqs ter divulgado que acredita possuir condições para oferecer proposta concorrente mais atrativa que a da Ser para a aquisição da operação do grupo Laureate, os questionamentos quanto a composição de ações divulgadas gera uma certa incerteza quanto a conclusão da transação por parte da Ser Educacional.

Setor de Companhias Aéreas: Após cinco meses, financiamento do BNDES começa a destravar

Após cinco meses de discussão com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sobre um possível financiamento para apoiar as companhias aéreas financeiramente, este começa a destravar.

A Azul Linhas Aéreas, afirmou no último domingo, que recebeu a proposta final do BNDES em conjunto com um sindicato de bancos. Enquanto isso, a Gol afirmou ter recebido os termos da proposta do banco e disse estar concluindo sua avaliação. Latam também segue em negociação com o mesmo.

Mesmo não demonstrando muito interesse, o auxílio seria bom para as aéreas, que passariam a ter posição financeira de maior segurança.
A situação é ainda mais complicada para a Latam, que vem passando por processo de recuperação judicial.

Impacto: Positivo. O financiamento do BNDES para as companhias aéreas, que parece ser o mesmo para as três empresas, pode garantir maior tranquilidade financeira para enfrentarem o período bastante conturbado para o setor. 

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