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Cotações por TradingView

Carteira Recomendada de Dividendos | Junho/2022

1 de junho de 2022
Escrito por Rodrigo Crespi
Tempo de leitura: 14 min
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Tempo de leitura: 14 min

A carteira dividendos encerrou Maio com performance positiva de 4,3% em relação ao mês anterior, empatando com o IDIV, impulsionado pela performance positiva de Petrobras.

No período houve a safra de resultados referente ao 1T22, o que aumentou ainda mais a volatilidade. A maior parte das empresas do Ibovespa reportou lucro acima do esperado. Entretanto vimos também o resultado financeiro pressionando o lucro de diversas empresas, além de um aumento das despesas financeiras, em virtude, principalmente do aumento da taxa de juros, além de oscilação cambial.

No mês de Maio, o destaque positivo ficou para Petrobras e Itaú, sendo Taesa o destaque negativo da carteira.

Para Junho

Em maio, o Ibovespa destoou das bolsas de países desenvolvidos, fechando em alta, impulsionado pela noção de que estamos caminhando para o final do ciclo de aperto monetário, com fundamentos mistos vindos do campo político (aprovação da privatização da Eletrobrás do lado positivo, mas troca de presidente da Petrobras do outro).

O ambiente externo ajudou mais para o final do mês, com reabertura na China, recuperação de bolsas americanas e alta dos preços de commodities – fatores que também contribuíram para a forte apreciação do real contra o dólar no mês. Nos primeiros dias de maio, o Banco Central elevou a Selic em 1,00 ponto percentual, para o patamar de 12,75% a.a., em decisão amplamente precificada pelo mercado.

O Banco Central anunciou como mais provável um novo incremento em junho, porém sem dar como certo esse movimento, além de reforçar a manutenção da “serenidade” para a avaliação do cenário e regimento da política monetária. Conforme o mês avançava, porém, o mercado ia precificando mais chances de elevações adicionais da Selic na curva de juros tendo em vista a piora marginal do balanço de riscos para a inflação. O IPCA-15 subiu 0,59% em maio, surpreendendo o mercado, tendo em vista que o valor se encontrava no topo das estimativas do mercado. O dado passou a desacelerar na margem, mas continuou mostrando uma alta de preços bem disseminada. Bens com preços administrados, como combustíveis e energia elétrica, puxaram a desaceleração, ao passo que preços livres continuaram em alta. Com isso, o índice ficou em 12,20% no acumulado de 12 meses.

Com um mercado de trabalho e atividade econômica mais resiliente, e expectativas de inflação aumentando, fomentam-se as chances de que o Copom estenda o ciclo de alta para além dos 13,25% que estávamos prevendo. Bruno Serra, diretor de política monetária, comentou recentemente que uma taxa ao redor dos 13% seria adequada para sustentar um hiato suficiente para derrubar a inflação. Tendo em vista a piora do cenário, incluindo uma possível nova alta do petróleo em vista ao conflito na Europa, entendemos que o BC deverá confirmar uma alta de 0,5 p.p. da Selic em junho, elevando-a a 13,25% a.a., mas sem fechar as portas completamente para um novo ajuste marginal (de igual ou menor magnitude) em agosto.

Apesar disso, seguimos atribuindo uma maior probabilidade de o juro não subir além dos 13,25%, principalmente quando levado em conta as falas recentes de Bruno Serra, que atribuiu os dados de atividade mais fortes neste primeiro trimestre aos efeitos remanescentes da reabertura econômica, assim como ao “atraso” característico dos efeitos de uma política monetária contracionista sobre a economia real. A média ponderada dos dividendos esperados para os próximos 12 meses da nossa carteira é de 10,82%.

Comentários e Recomendações

Banco do Brasil ON (BBAS3)

O Banco do Brasil foi a primeira instituição bancária a operar no país, sendo sua principal força a atuação no segmento de varejo bancário. Adicionalmente, a instituição é a maior no país em termos de gestão de recursos, contando com mais de 20% do mercado, crédito ao agronegócio, com cerca de 55% de representatividade e no crédito consignado, com mais de 21% de participação no mercado. A companhia possui uma forte capacidade de distribuição, com cerca de 3900 agências, 1800 postos de atendimento e 800 agências digitais e especializadas, estando presente em 96,6% dos municípios do País, além de estar presente nos canais digitais, com cerca de 21,9 milhões de clientes ativos. Outra vantagem é a forte presença no mercado de agronegócio, com uma carteira de R$ 225 bilhões, totalizando um market share de 53,7% no segmento.

No 1T22, o banco teve uma queda de 6 bps a.a. na sua inadimplência, enquanto viu sua carteira de crédito subir 16% a.a., atingindo o volume total de R$886 milhões, impulsionado principalmente pelo seu forte posicionamento no setor de crédito agro, que cresceu 2,6% t.t., com destaque para linha de crédito de investimentos (+11% t.t.) e CPR – Cédula do Produto Rural e Garantias (+6,4% t.t.).

Para 2022, estimamos que o banco mantenha suas margens de rentabilidade estáveis, com uma taxa de inadimplência abaixo da média e expansão marginal de sua carteira de crédito. Além disso, esperamos que o banco continue ampliando outras fontes de receita, como previdência e consórcio.

CPFL ON (CPFE3)

CPFL Energia consiste em uma holding que, por meio de suas subsidiárias, distribui, gera e comercializa energia elétrica no Brasil, assim como provê serviços relacionados ao setor elétrico. A companhia atua nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, que são considerados importantes polos econômicos e industriais do País. A empresa continua de olho em oportunidades de crescimento em outras frentes, embora esteja bastante concentrada, no momento, na integração dos ativos da transmissora CEEE-T, adquirida em meados deste ano.

Na comparação ano contra ano, no 1º tri de 2022, a empresa teve diminuição 32 bps nas suas perdas acumuladas nos últimos 12 meses, ainda acima dos 8,24% estabelecidos pela ANEEL.

Quanto a performance relativa a interrupções, a empresa mostrou melhora expressiva nos indicadores, registrando duração equivalente de interrupções (DEC) de 7,38 (-6,7%) e frequência equivalente de interrupções (FEC) de 4,27 (-7,6%). As despesas com PDD tiveram piora, alcançando 0,94% (vs. 0,67% a/a e 0,78% t/t), causada pela escassez hídrica, com reajuste tarifário e maior ticket médio. A receita líquida da empresa teve crescimento de 7,6% a/a, EBITDA +34,4% a/a e lucro líquido em R$1,2 bilhão (+21% a/a).

Energias do Brasil ON (ENBR3)

A EDP Energias do Brasil, controlada pela EDP em Portugal, uma das principais operadoras europeias no setor energético, é uma holding que detém investimentos nos segmentos de Geração, Distribuição, Comercialização, Transmissão e Serviços de Energia Elétrica.

No segmento de Geração, controla as operações de empreendimentos de fonte convencional (Usinas Hidroelétricas e uma Usina Termelétrica) em 6 estados do país (Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Pará, Amapá e Espírito Santo) e detém 2,9 GW de capacidade instalada. No segmento de Distribuição, atua com duas distribuidoras nos estados de São Paulo e Espírito Santo (EDP São Paulo e EDP Espírito Santo), além de possuir participação de 29,90% no capital social da Celesc, em Santa Catarina.

No 1T22 a empresa teve forte crescimento de 7,6% a.a. na sua receita liquida consolidada, impulsionado pela melhora de 11% a.a. da sua receita líquida de distribuição, que mesmo com o aumento de 59% com os custos com construção, ainda fechou o trimestre com uma margem bruta de R$947 milhões ou 37%, impactado positivamente pelos reajustes tarifários nos estados de SP e ES, maior conhecimento do valor de reposição (+R$46 milhões), crescimento de 1,3% no mercado de energia distribuída e outras receitas.

Engie ON (EGIE3)

A Engie Brasil é uma das maiores concessionárias de energia privada do país, atuando no segmento de geração e comercialização de energia elétrica, construindo e operando plantas de energia como hidrelétricas, termoelétricas, biomassas, PCH (pequenas centrais hidrelétricas), eólicas e fotovoltaicas. A companhia possui mais de 10 GWh de capacidade de geração instalada, 4.500 km de gasodutos de alta pressão por meio da TAG (Transportadora Associada de Gás, onde possui 65% do capital social da empresa) e aproximadamente R$640 milhões de RAP nas suas linhas transmissoras.

No 1T22, a empresa apresentou um crescimento de 9% a/a em seu EBITDA, atingindo R$1,9 bilhão, reflexo dos R$78 milhões adicionais oriundos do segmento de transmissão de energia, R$1,5 bilhão de geração e impactado negativamente pelo resultado menor na TAG, no segmento de transporte de gás.

Em nossa visão, o histórico massivo de dividendos aliado a fatores como boa performance operacional e diversificação da sua matriz energética, com novos investimentos em energias alternativas, colaboram para nossa visão positiva no papel.

Petrobras PN (PETR4)

A Petrobras é uma das maiores produtoras de petróleo e gás do mundo. Em 2020 os campos operados pela companhia produziram 94,15% do petróleo e gás natural do Brasil, conforme dados da ANP. A companhia é líder na exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas, tendo produção concentrada nas bacias de Campos e Santos. A companhia também atua nos mercados de refino, também sendo responsável pela maior parte da capacidade de refino no Brasil, sobretudo na região Sudeste.

A companhia segue apresentando bons volumes de produção e redução no seu lifting cost (custo de extração) com maior participação das operações do pré-sal no portfólio. Esperamos a entrada em operação de novos poços a médio prazo, contribuindo para o aumento na produção. No curto prazo, alguns triggers: (i) continuidade da venda de ativos não estratégicos; (2) avanço do projeto de desinvestimento das refinarias; (3) perspectiva de novos anúncios de dividendos.

No 1T22, a receita líquida totalizou R$ 141,6 bilhões, crescimento de 5,6% T/T e 64,4% A/A. A empresa justifica o crescimento pela alta de 27% do Brent, ao maior volume de vendas de petróleo no mercado em razão da venda da Refinaria de Mataripe (RLAM) e ao maior volume de exportação de petróleo.

Taesa Units (TAEE11)

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. – TAESA – é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil em termos de Receita Anual Permitida.

A empresa permanece com sólida execução das novas concessões, além do atrativo dividend yield que as ações estão sendo negociadas. O baixo risco regulatório da Taesa, que possui contratos longos, com vencimento à partir de 2030, é outro ponto de destaque. A empresa historicamente reporta geração de caixa constante e robusta, com margens bastante elevadas (margem EBITDA em torno de 85% – 90%).

Entre os riscos, destacam-se: (i) desenvolvimento dos novos projetos, que podem ter atrasos e custos acima do esperado; e (ii) demora no processo de integração de novos ativos operacionais adquiridos.

Tim ON (TIMS3)

A companhia têm conseguido manter sob controle seus gastos com custos e despesas, o que tem se traduzido em uma expressiva melhora nas margens operacionais da empresa. Além disso, a companhia tem apresentado um crescimento sustentável da receita, focando no mix de produtos com maior valor agregado.

O plano estratégico da companhia é fortalecer os serviços core móvel, da ultra banda larga, desenvolvimento de novas frentes geradoras de valor para a companhia e investimentos voltados ao aumento de eficiência e controle sobre o opex. Gostamos da tese de investimento de Tim baseado em sua aceleração de sua transformação digital, que contribuiu para uma margem operacional mais robusta, seu portfólio completo de serviços para pessoas físicas e corporações, e maior cobertura 4G do país. 

No 1T22, a empresa viu forte crescimento operacional, alinhado com as estimativas do mercado. A empresa teve crescimento de 9% a.a. na receita líquida, impulsionado por (i) crescimento de 8,2% a.a. nas receitas de pós-pagos, reflexo do aumento de 3% a.a. no ARPU, resultando em R$46,80 ao mês por cliente pré-pago, fechando o trimestre com mais de 19 milhões de usuários, (ii) +3,2% a.a. na receita do pré-pago, mesmo com queda de 1,4% a.a. na sua base de clientes, alcançando R$13,20 ao mês por usuário e (iii) crescimento de 29% a.a. na receita de produtos, pelo sucesso das ofertas do iPhone 12 em março.

Vale ON (VALE3)

A Vale é uma das maiores empresas mineradoras do mundo. Produz e comercializa minério de ferro, níquel, pelotas, minério de manganês, ferroligas, carvão cobre e outros metais. A companhia está envolvida em projetos de exploração mineral greenfield em seis países e opera um sistema de logística no Brasil e no mundo integrados a suas operações de mineração, permitindo assim entrega de seus produtos em diversos países. A companhia também investe nos setores de siderurgia e energia diretamente ou através de suas joint ventures. A companhia, além de ser uma das maiores mineradoras do mundo, apresenta uma diversificação de operações de minério de ferro no Brasil em três sistemas (Norte, Sudeste e Sul) que possuem capacidade de transporte e remessa própria.

No 1T22, a Vale reportou EBITDA ajustado proforma das operações continuadas de US$6.374 bilhões, US$483 milhões abaixo do 4T21, impactados por  um menor volume de vendas de minério de ferro e pelotas, principalmente devido à intensa estação chuvosa no 1T22 e o desempenho mais fraco do Sistema Norte (US$ 2,192 bilhões), e os maiores preços realizados para minério de ferro e pelotas (US$ 1,812 bilhão), seguindo o aumento de US$ 32/t no preço de referência 62% Fe e o maior prêmio de qualidade, compensando parcialmente os volumes mais fracos de minério de ferro.

Como principais risco seriam: (i) desaceleração da demanda mundial de minério, principalmente com arrefecimento de planos de desenvolvimento, como dos EUA; (ii) variação da taxa de câmbio dólar/real; (iii) riscos ambientais; e (iv) risco de paralização causada por chuvas.

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“Este relatório foi elaborado pela Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores,  para uso exclusivo e intransferível de seu destinatário. Este relatório não pode ser reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores. Este relatório é baseado em informações disponíveis ao público. As informações aqui contidas não representam garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade das mesmas e não devem ser consideradas como tal. Este relatório não representa uma oferta de compra ou venda ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo.  Investir em ações envolve riscos. Este relatório não contêm todas as informações relevantes sobre a Companhias citadas. Sendo assim, o relatório não consiste e não deve ser visto como, uma representação ou garantia quanto à integridade, precisão e credibilidade da informação nele contida. Os destinatários devem, portanto, desenvolver suas próprias análises e estratégias de investimentos. Os investimentos em ações ou em estratégias de derivativos de ações guardam volatilidade intrinsecamente alta, podendo acarretar fortes prejuízos e devem ser utilizados apenas por investidores experientes e cientes de seus riscos. Os ativos e instrumentos financeiros referidos neste relatório podem não ser adequados a todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades específicas de cada investidor. Investimentos em ações representam riscos elevados e sua rentabilidade passada não assegura rentabilidade futura. Informações sobre quaisquer sociedades, valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros objeto desta análise podem ser obtidas mediante solicitações. A informação contida neste documento está sujeita a alterações sem aviso prévio, não havendo nenhuma garantia quanto à exatidão de tal informação. A Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores ou seus analistas não aceitam qualquer responsabilidade por qualquer perda decorrente do uso deste documento ou de seu conteúdo. Ao aceitar este documento, concorda-se com as presentes limitações. Os analistas responsáveis pela elaboração deste relatório declaram, nos termos do artigo 21 da Resolução CVM nº 20, que: (I) Quaisquer recomendações contidas neste relatório refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e foram elaboradas de forma independente, inclusive em relação à Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores.”

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Formado pela ESPM-SP, com pós-graduação na FGV-SP e mestrado (MSc) em Management pela Nova School of Business and Economics (Nova SBE) e Erasmus na EM Lyon. Antes de ingressar na Guide, trabalhou por quase dois anos no BNP Paribas na Europa, na área de Global Markets na equipe de Equity Derivatives. ''A minha missão é estar sempre atualizado, antecipando tendências de mercado, através de análises, e oferecer de forma simples e objetiva ao investidor, estratégias de alocação com sólidos fundamentos.'' CNPI – 2934

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