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Carteira Recomendada de Ações | Top Picks | Maio/2022

Tempo de leitura: 18 minutos

A Carteira Top Picks encerrou o mês de abril em queda mas acima do seu índice de referência Ibovespa.

O fluxo estrangeiro negativo pesou contra os ativos de risco localmente, saldo negativo de mais R$ 5 bilhões. Os papéis voltados à economia doméstica, influenciado por noticias, principalmente do exterior relacionadas a alta da inflação, sofreram mais que as empresas de commodities.

O destaque positivo da carteira foram os papéis da Petrobras. Por outro lado, os papéis de Vale foram os que mais se depreciaram.

Para Maio

Em abril, as sinalizações de um aperto monetário mais rápido feitas pelos principais banqueiros centrais no mundo, combinadas com dados de atividade econômica que surpreenderam negativamente para os EUA e China pressionaram ativos de risco a nível global, ofuscando a temporada de balanços por aqui, de maneira que o Ibovespa e o real não escaparam de uma forte desvalorização.

Por aqui, o dado de inflação do IPCA de março divulgado no começo do mês, registrou alta de 1,62% na margem, fato que começou a fazer o mercado duvidar se o Banco Central manteria sua sinalização de encerrar o ciclo de alta da Selic em maio a 12,75%. Porém, dados mais recentes, do IPCA-15 e IGP-M referentes a abril vieram bem mais fraco que o esperado, com este último, inclusive recuando na margem, favorecendo novamente a visão de uma última alta de 100 bps na reunião da semana que vem.

Além disso, nesse mês ainda tivemos a troca das lideranças na Petrobras, medida que foi vista pelo mercado a princípio como uma intervenção do governo sobre a estatal, dado o aumento dos preços de combustíveis decorrentes dos efeitos subjacentes à guerra na Ucrânia. Porém, o mercado recebeu bem a chegada do novo presidente – José Mauro Ferreira – que reiterou a importância de a empresa seguir a paridade com os preços internacionais.

Finalmente, no pano de fundo, a relação institucional do governo com o STF piorou depois que o presidente Jair Bolsonaro concedeu a graça presidencial ao Deputado Daniel Silveira. Enquanto isso, a pressão dos funcionários públicos para um reajuste maior que os 5% anunciados pelo governo também piorou a noção do risco fiscal. Dessa forma, o imbróglio das negociações com os servidores deve continuar no próximo mês.

Estamos um pouco mais conservadores, dada as incertezas inflacionarias no que tange a composição de nosso portfólio. Dito isso, ativos mais voltados a atividade doméstica devem sofrer mais em virtude de volatilidade na curva de juros e discurso de dirigentes de bancos centrais.

Comentários e Recomendações:

Alupar Units (ALUP11)

A Alupar é uma holding de controle nacional privado, que nasceu em 2007, com atuação no setor de energia, mais especificamente nos segmentos de transmissão e geração, tendo como objetivo o desenvolvimento e investimento em projetos no Brasil e nos demais países da América Latina.

A empresa vem expandindo o seu segmento de transmissão, que nos ultimos trimestres se refletiu em um aumento de receita e geração de caixa operacional. Vemos também o segmento de geração surpreendendo positivamente, principalmente em virtude do aumento nas vendas de energia, em função da alocação das vendas de energia e dos bons resultados da trading.

Para 2022 esperamos um aumento de margem EBITDA para a empresa, ROIC crescente, apresentando significativo potencial de upside para os próximos 12 meses. No 4T21, o Ebitda regulatório no período somou R$ 549 milhões. Transmissão somou R$ 428 milhões, com alta de 30% A/A, enquanto que geração acumulou R$ 209 milhões, mais que o dobro na comparação anual. A alavancagem ficou em 3,4x dívida líquida / Ebtida, com investimentos em transmissão greenfield de R$ 342 milhões.

Banco do Brasil ON (BBAS3)

O Banco do Brasil foi a primeira instituição bancária a operar no país, sendo sua principal força a atuação no segmento de varejo bancário. Adicionalmente, a instituição é a maior no país em termos de gestão de recursos, contando com mais de 20% do mercado, crédito ao agronegócio, com cerca de 55% de representatividade e no crédito consignado, com mais de 21% de participação no mercado. A companhia possui uma forte capacidade de distribuição, com cerca de 3900 agências, 1800 postos de atendimento e 800 agências digitais e especializadas, estando presente em 96,6% dos municípios do País, além de estar presente nos canais digitais, com cerca de 21,9 milhões de clientes ativos. Outra vantagem é a forte presença no mercado de agronegócio, com uma carteira de R$ 225 bilhões, totalizando um market share de 53,7% no segmento.

No 4T21, o Banco do Brasil mostrou resiliência, mesmo em um cenário macro econômico delicado,  com crescimento de 18% a.a. na carteira de crédito expandido, atingindo R$875 bilhões, enquanto manteve a inadimplência de 90 dias controlada em 1,85%, impulsionada pelos segmentos de pessoas físicas e agronegócios.

Para 2022, estimamos que o banco mantenha suas margens de rentabilidade estáveis, com uma taxa de inadimplência abaixo da média e expansão marginal de sua carteira de crédito. Além disso, o banco se mantém com um dos players principais em outros produtos, como consórcios, seguros e previdência.

Marfrig ON (MRFG3)

A Marfrig é líder global na produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de proteína bovina do mundo em capacidade. Possui um portfólio diversificado, mas foca em na produção de alimentos de alto valor agregado à base de proteína animal e produtos prontos para consumo. Como principais marcas da companhia, temos a Montana e Bassi, atuando no Brasil, Paty, Patagonia e Montevideo na América do Sul e Black Canyon, Hereford Beef e National Beef nos Estados Unidos.

A Marfrig reportou mais um trimestre de crescimento de receita líquida, que totalizou R$ 23,9 bilhões, alta de 31,1% A/A. No consolidado do ano, um recorde histórico de R$ 85 bilhões, alta de 26,5% em comparação a 2020, impulsionada pela operação na América do Norte, que bateu, de acordo com a empresa, sucessivos recordes de rentabilidade ao longo do ano, e a excelente performance é reflexo da alta demanda por proteína bovina, que de acordo com o USDA, alcançou mais de 58 libras por habitante em 2021, maior patamar desde 2009. O menor volume na América do Sul é explicado principalmente pela redução de 37,4% nas exportações devido ao periodo de mais de 60 dias de impossibilidade vendas para China no 4T21.

A alavancagem financeira teve pequena queda passando de 1,57x dívida líquida /Ebitda para 1,51 no 4T21. Houve também redução do custo médio da dívida de -19 pbs, atingindo o 5,51% e alongamento de 4,15 anos para 5,55 anos. 

Movida (MOVI3)​

A Movida é a terceira maior locadora de veículos no Brasil com uma frota total ao final do 3T21 de quase 170 mil unidades nos segmentos de RAC e GTF, já considerando a incorporação da CS Frotas. A companhia é focada na locação para pessoa física, mas possui um amplo portfólio de produtos que inclui desde o carro zero quilometro por assinatura até o Movida Cargo para transporte de mercadorias em veículos comerciais leves.

Acreditamos que o setor segue em tendência positiva, com retorno da mobilidade, tanto no segmento de RAC (rente a car – aluguel de carros), quanto no segmento de gestão de frotas. Além disso, em nossa visão, os tickets médios do setor de veículos continuarão elevados, tanto para venda quanto para aluguel, resultado dos gargalos logísticos e preço das commodities, elevando o preço dos veículos zero km e seminovos.

A empresa é uma das mais bem posicionadas no segmento de gestão de frota, mantendo a receita média mensal por carro em patamares elevados, com crescimento robusto do spread entre ROIC e WACC.

Multiplan ON (MULT3)​

A fundada como uma empresa full service, a Multiplan é uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, responsável pelo planejamento, desenvolvimento, propriedade e administração de seu portfólio de shopping centers. A companhia apresentou uma forte retomada em todas as suas frentes de operação em relação ao patamar antes da pandemia, com evolução na taxa de ocupação e uma taxa de inadimplência em queda, que resultou em um ótimo resultado financeiro por parte da Multiplan.

O período pandêmico ajudou a companhia a rever sua estratégia e acrescentar maior peso na vertente digital e omnicalidade, que acabam diversificando os canais de vendas e aumentando a fidelização do cliente, potencializando as vendo no longo prazo.

Multiplan iniciou a temporada de resultados para shoppings do 1T22 estabelecendo altas expectativas para o setor, que também não deve decepcionar. O destaque do trimestre foi o impressionante same-store-rent de 54%, representando um crescimento real de 0,6%, além de recordes nos números financeiros. O trimestre reforça nossa visão construtiva para o papel, havendo fortes sinais de que a recuperação operacional organicamente, através de principalmente de vendas e fluxo. Além disso, números prévios de abril apontam para continuidade na dinâmica de recuperação dos aluguéis. Dito isso, vemos Multiplan como um dos top picks setoriais, provando possuir um alto poder de barganha frente a seus lojistas e grande resiliência do portfólio durante a pandemia.

Do lado operacional, o destaque foi, como comentado antes, para a forte performance de same-store-rents de 54%, apresentando crescimento real, além de same-store-sales apresentar um crescimento de 12% em comparação ao mesmo período de 2019. Adicionalmente, os números prévios de abril indicam que a dinâmica deve continuar favorável para vendas apesar do fluxo ainda continuar 4% abaixo de níveis pré-pandêmicos – podendo indicar também que, ainda existe upside adicional para algumas métricas.

Petrobras PN (PETR4)

A Petrobras é uma das maiores produtoras de petróleo e gás do mundo. Em 2020 os campos operados pela companhia produziram 94,15% do petróleo e gás natural do Brasil, conforme dados da ANP. A companhia é líder na exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas, tendo produção concentrada nas bacias de Campos e Santos. A companhia também atua nos mercados de refino, também sendo responsável pela maior parte da capacidade de refino no Brasil, sobretudo na região Sudeste.

A companhia segue apresentando bons volumes de produção e redução no seu lifting cost (custo de extração) com maior participação das operações do pré-sal no portfólio. Esperamos a entrada em operação de novos poços a médio prazo, contribuindo para o aumento na produção. No curto prazo, alguns triggers: (i) continuidade da venda de ativos não estratégicos; (2) avanço do projeto de desinvestimento das refinarias; (3) perspectiva de novos anúncios de dividendos.

A Petrobras vem reposicionando seu portfólio em ativos de maior rentabilidade, com foco na desalavancagem financeira da estatal, que no 4T21 atingiu a marca de 1,1x Dívida líquida/Ebitda. Os resultados foram ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, com Ebitda de US$ 11,2 bilhões (-8% t/t e +72% a/a). A receita atingiu US$ 24,0 bilhões (+3% t/t e +73% a/a). Em derivados, o destaque ficou com o desempenho das vendas de gasolina em US$3,8 bilhões, com alta de 11% t/t devido a maiores volumes oriundos da sazonalidade do período e a ganho de participação de mercado sobre o etanol pela competitividade em preços. A geração de caixa livre no trimestre foi outro fator positivo, atingindo US$ 7,5 bilhões.

SLC Agrícola ON (SLCE3)

A SLC é uma das maiores empresas de produção agrícola no Brasil com mais de 40 anos de história, sendo uma referência mundial do setor, com um modelo de negócios baseado na eficiência operacional e na alta escala de produção. A empresa introduziu no setor agrícola brasileiro técnicas de gestão modernas, oriundas do setor industrial.

A empresa optou por um modelo de negócio híbrido, que pode ser subdividido em três abordagens básicas: (i) operação agrícola em terras próprias; (ii) operação agrícola em terras arrendadas; e (iii) aquisição de terras brutas para transformação e venda. A companhia tem um portfólio de propriedades diversificadas e com localização estratégica, são 22 unidades produtivas em sete estados brasileiros, com predominância nas regiões CentroOeste e Nordeste, com cerca de 660 mil hectares plantados na última safra e capacidade de armazenamento de mais de 612 mil toneladas de grãos e 115 mil toneladas de algodão.

Entre as vantagens, vemos a tecnologia utilizada em sua colheita e plantio, domínio da técnica do plantio direto, sistema de plantio sem revolvimento do solo que reduz a níveis insignificantes as perdas de solo, água e nutrientes e proporciona redução no custo de produção, devido à menor utilização de máquinas na lavoura.

Tim ON (TIMS3)

A companhia têm conseguido manter sob controle seus gastos com custos e despesas, o que tem se traduzido em uma expressiva melhora nas margens operacionais da empresa. Além disso, a companhia tem apresentado um crescimento sustentável da receita, focando no mix de produtos com maior valor agregado.

O plano estratégico da companhia é fortalecer os serviços core móvel, da ultra banda larga, desenvolvimento de novas frentes geradoras de valor para a companhia e investimentos voltados ao aumento de eficiência e controle sobre o opex. Gostamos da tese de investimento de Tim baseado em sua aceleração de sua transformação digital, que contribuiu para uma margem operacional mais robusta, seu portfólio completo de serviços para pessoas físicas e corporações, e maior cobertura 4G do país. 

Além disso, a empresa será a maior beneficiada pela venda dos ativos da Oi Móvel, junto com seus concorrentes Vivo (VIVT3) e Claro. A empresa ficará com 49% das estações base, 54% das rádios frequências e 40% dos 39 milhões de clientes da Oi.

No 4T21, a empresa reportou receita líquida de R$ 4,7 bilhões, impulsionada pela divisão mobile, com alta de 3,8% A/A, por conta do aumento de planos pos pagos. O Ebitda normalizado foi de R$ 2,4 bilhões, com margem de 51% no trimestre, com destaque ao controle de custos. A alavancagem da empresa caiu de -0,48x para -0,8x, patamar bastante saudável.

Vale ON (VALE3)

A Vale é uma das maiores empresas mineradoras do mundo. Produz e comercializa minério de ferro, níquel, pelotas, minério de manganês, ferroligas, carvão cobre e outros metais. A companhia está envolvida em projetos de exploração mineral greenfield em seis países e opera um sistema de logística no Brasil e no mundo integrados a suas operações de mineração, permitindo assim entrega de seus produtos em diversos países. A companhia também investe nos setores de siderurgia e energia diretamente ou através de suas joint ventures. A companhia, além de ser uma das maiores mineradoras do mundo, apresenta uma diversificação de operações de minério de ferro no Brasil em três sistemas (Norte, Sudeste e Sul) que possuem capacidade de transporte e remessa própria.

Em nossa visão, a Vale é uma das principais beneficiadas pelo aumento do preço do minério internacional e da alta do dólar em relação ao real, visto que é uma das principais empresas exportadoras do país e está entre as empresas mineradoras mais relevantes do mundo. Além disso, seus produtos possuem um desconto em relação ao minério internacional e na hipótese de paridade entre esses valores, a empresa conseguiria capitalizar ganhos relativamente maiores que seus concorrentes estrangeiros.

O resultado da Vale do 4T21 foi marcado por eventos não recorrentes como as despesas relacionadas a Brumadinho de US$ 2,1 bilhões que impactou o Ebitda de US$ 4,8 bilhões (-30% t/t), ou US$ 6,9 bilhões ( -2% t/t) sem os efeitos não recorrentes e provisão adicional de US$ 1,1 bilhão para a Fundação Renova, ligada aos programas de auxílio em Mariana, que impactou o lucro líquido da companhia. O lucro de US$ 5,4 bilhões foi 39% superior ao 3T21 mesmo com os efeitos não recorrentes registrados no trimestre devido ao maior resultado financeiro de US$ 3,5 bilhões vs. US$ -350 milhões no 3T21, principalmente devido a reclassificação da variação cambial acumulada no patrimônio líquido.

Como principais risco seriam: (i) desaceleração da demanda mundial de minério, principalmente com arrefecimento de planos de desenvolvimento, como dos EUA; (ii) variação da taxa de câmbio dólar/real; (iii) riscos ambientais, como rompimento de barragens e poluição ambiental; e (iv) risco de paralização causada por chuvas.

Vivara ON (VIVA3)

A Vivara é uma rede tradicional de joias brasileira. A companhia segue confiante na capacidade de consolidar sua posição de liderança no mercado através do ganho recorrente de market share. Para isso, continua executando seus projetos estruturais no pipeline, através da ampliação de sua presença nos principais shoppings do País, por meio de expansão orgânica dos seus canais.

O modelo de negócios da Vivara é verticalizado, integrado desde a criação e design das peças até a distribuição, garantindo controle sobre todo o processo de produção e redução do ciclo de P&D. A companhia realiza fabricação e venda de joias, relógios, perfumes e acessórios, por meio de lojas físicas, quiosques, vendas corporativas, televendas e canal on-line. A companhia opera seu portfólio através das marcas: Vivara, Life by Vivara, Vivara Watches, Vivara Fragrances e Vivara Accessories.

Em seu 4T21, a Vivara apresentou um bom resultado e em linha com nossas estimativas tanto em termos de receita quanto lucro bruto e com um lucro líquido acima do que esperávamos, entretanto, com um resultado impactado em margens devido ao aumento de custos de matéria-prima e despesas operacionais. A receita líquida totalizou R$ 549 milhões, com crescimento de 19,2% a/a e 4,7% acima de nossas estimativas. Este resultado foi impulsionado pelo bom desempenho das vendas no Natal e Black Friday, bem como pela estratégia acertada de aumentar o mix de produtos nas lojas, combinada com a aceleração da expansão orgânica. As lojas físicas registraram uma expansão de 21,4% a/a das vendas, resultado do crescimento de 1,6 p.p a/a das categorias de joias no mix de vendas, em função principalmente do seu aumento de preços. As vendas digitais mantiveram a penetração acima dos níveis prépandemia, apesar do crescimento de vendas das lojas físicas, representando 15,6% de participação nas vendas totais no trimestre.

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