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Cotações por TradingView

Carteira Recomendada de Ações | Top Picks | Novembro/2021

1 de novembro de 2021
Escrito por Luis Gustavo Pereira
Tempo de leitura: 19 min
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Tempo de leitura: 19 min

A Carteira Top Picks encerrou o mês de novembro no campo negativo, abaixo do seu índice de referência (Ibovespa).

Domesticamente, a situação é bastante delicada: apesar da vacinação avançada e reabertura da economia atuando como importantes ventos em popa para a retomada econômica, o risco fiscal pesou bastante para os papeís do principal índice da bolsa, e o crescimento deve seguir prejudicado pela inflação corrente elevada (redução do poder de compra), a alta das taxas juros/aperto das condições financeiras – tanto na ponta curta da curva pela persistência inflação como na longa pela elevada incerteza na fronte política/fiscal –  e a forte incerteza relacionada à crise hídrica (ainda podendo haver racionamento).

O destaque positivo da carteira foram os papéis de JBS. Por outro lado, a Vamos e Assaí foram os papéis com as piores performances no período

Para Novembro

Em outubro os ativos  voltaram a descolar da dinâmica favorável do exterior, onde uma forte deterioração da percepção de risco fiscal fez com que os juros futuros abrissem agressivamente, o real registrasse forte depreciação frente ao dólar e a bolsa entregasse mais de 10 mil pontos no mês. O principal pivot para este movimento foi a solução encontrada pelo governo, meio à pressão do governo pela aprovação do Auxílio Brasil de R$ 400 em Brasília, que envolve incluir uma mudança no teto de gastos dentro do texto da PEC dos Precatórios, atualmente em trâmite na Câmara dos Deputados.

A mudança prevê a alteração da janela de coleta do IPCA que serve como ajuste para o teto todo ano. Hoje, a inflação considerada é a variação do IPCA de julho a junho do ano seguinte.  A mudança propõe que seja considerado o IPCA acumulado no ano (de janeiro a dezembro), de forma que um espaço de mais de R$ 80 bilhões seja criado em 2022. Naturalmente, a alteração da regra que simboliza a principal ancora fiscal do país não foi bem recebida pelo mercado, que passou a descredibilizar a medida. Afinal, de que vale um limitador de gastos se mais “espaço” pode ser criado pelo Congresso quando convêm – vale lembrar que 2022 é ano de eleições.

A incerteza, no entanto, não cessou por aí. Com dificuldades para angariar os votos para a aprovação da PEC no plenário da Câmara, o que fez com que a votação fosse postergada em duas oportunidades na última semana do mês, a possibilidade da extensão do auxílio emergencial através de um decreto de calamidade pública voltou a ser ventilado em Brasília.

Em resposta à maior assimetria do balanço de riscos para a inflação decorrente da incerteza quanto à trajetória fiscal, o Banco Central decidiu por elevar a taxa Selic em 1,50 pontos percentuais, para 7,75% a.a. prevendo outro ajuste de mesma magnitude para a reunião do Copom de dezembro.

Apesar dos principais bancos centrais do mundo já estarem se preparando para reduzir estímulos, a mensagem principal tem sido mais dovish, em que a transitoriedade dos fatores que pressionam a inflação tem sido ressaltada e uma eventual alta dos juros – tanto na Europa como nos EUA – tem sido afastada pelas autoridades monetárias. Em outras palavras, mesmo que passemos a verificar um ajuste no ritmo de compras dos programas de QE nas economias desenvolvidas, a política monetária deverá permanecer acomodatícia (juros próximos das mínimas) por mais tempo.

Desta forma, o investidor entra novamente em um novo mês com pouca visibilidade sobre a andar da política fiscal, fato que deve continuar sustentando um ambiente desfavorável para ativos de risco.

Comentários e Recomendações:

Assaí ON (ASAI3)

A companhia passou a ser listada em bolsa recentemente após a cisão do grupo Pão de Açúcar e continua tendo como principal acionista o Grupo Casino. A rede opera exclusivamente no segmento de atacarejo ou autosserviço (cash & carry) por meio de 187 lojas em 23 estados brasileiros e participação de mercado de 29%, o Assaí atende revendedores, transformadores, utilizadores e consumidores finais. O Assaí apresentou um ritmo de crescimento impressionante nos últimos anos, através de uma estratégia de abertura de novas lojas, mas também de crescimento nas vendas de mesmas lojas, em função do cenário difícil vivido pela economia brasileira, sendo o player do setor que mais cresce. A mudança no comportamento do consumidor que passou a adotar cada vez mais o formato atacarejo tem contribuído para esse crescimento orgânico.

A aquisição do Extra Hiper deve acelerar o planAssai apresentou crescimento operacional no 3T21 e manutenção da rentabilidade, mesmo diante de um cenário macro mais desafiador. A companhia apresentou receita líquida de R$ 10,7 bilhões, sustentada pelo LfL de 4,5% e expansão orgânica de base de lojas, que nesse trimestre contou com a volta do público transformador (B2B) e com a continuidade da maior presença do consumidor final (B2C) em busca de preços mais baixos diante de um cenário inflacionário. A companhia reforçou ainda que seu plano de expansão deve fechar o ano com ao menos 25 inaugurações, podendo chegar a 28, um ponto central da tese de investimentos que vem sendo executado com eficácia.

O Assai apresentou crescimento operacional no 3T21 e manutenção da rentabilidade, mesmo diante de um cenário macro mais desafiador. A companhia apresentou receita líquida de R$ 10,7 bilhões, sustentada pelo LfL de 4,5% e expansão orgânica de base de lojas, que nesse trimestre contou com a volta do público transformador (B2B) e com a continuidade da maior presença do consumidor final (B2C) em busca de preços mais baixos diante de um cenário inflacionário. A companhia reforçou ainda que seu plano de expansão deve fechar o ano com ao menos 25 inaugurações, podendo chegar a 28, um ponto central da tese de investimentos que vem sendo executado com eficácia.

Destacamos nossa recomendação: (i) geração de caixa robusta; (ii) perspectiva de expansão no número de lojas; (iii) aumento das vendas por m²; (iv) management com ótimo histórico de execução;

Eletrobras PNB (ELET6)

A Eletrobras é uma sociedade de economia mista e de capital aberto sob controle acionário do Governo Federal brasileiro e atua como uma holding, dividida em geração, transmissão e distribuição, criada em 1962 para coordenar todas as empresas do setor elétrico. Ela é a maior empresa de energia elétrica da America Latina e uma das maiores do mundo.

Em maio de 2021, a Câmara dos Deputados aprovou uma Medida Provisória, enviada pelo Governo Bolsonaro, que prevê a privatização da Eletrobras. O processo que se daria através da venda de novas ações ordinárias na Bolsa de Valores B3, que na prática diminuiria a participação acionária do governo e do BNDES à cerca de 45%, com mais papéis ofertados à investidores privados.

O presidente Bolsonaro editou no início de agosto, um decreto que cria a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), uma empresa estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Em outubro, o Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) aprovou a resolução que define o modelo de desestatização da Eletrobras. A conclusão dos estudos do BNDES e as aprovações do modelo de privatização e diretrizes tarifárias de Angra 3 corroboram o compromisso do governo federal para o processo.

Dito isso, vemos uma relação de risco e retorno atraente no atual patamar dos papéis da empresa, que possui fundamentos sólidos, uma melhora crescente de eficiência atraves de iniciativas, e conta ainda com potencial de destravamento de valor robusto no cenário de capitalização, podendo acontecer no primeiro semestre de 2022.

Itaú Unibanco PN (ITUB4)

Itaú Unibanco reportou um resultado em linha com consenso, com um forte aumento em relação ao ano passado, apesar da fraca base comparativa de 2020. Os principais motivos para a alta foram em virtude de sua maior participação na frente digital, além de um aumento na receita com tarifas, gestão de ativos e bom momento do mercado de capitais. O banco ainda revisou o seu guidance para cima, com aumento em sua carteira de crédito previsto para este ano.

Vemos um cenário positivo para a expansão de crédito no segundo semestre, com destaque para os segmentos de pessoas físicas e PMEs. Devemos ver ainda um avanço nas receitas de serviços, com destaque para cartões, apesar da maior competição no setor.

Ressaltamos que o setor passa por diversos desafios: (i) maior concorrência, com novos entrantes no setor, desde fintechs à bancos digitais; (ii) Open Banking, que forçaria os bancos a disponibilizarem informações, quando solicitada pelo cliente, o que pode afetar uma das principais barreiras de entrada; (iii) CSLL de bancos subindo de 20% para 25% aprovada em julho.

Olhando para frente, alguns triggers que sustentam nossa recomendação: (i) Banco Central aprovou cisão de participação na XP, destravando valor com a distribuição das ações da plataforma para os atuais acionistas; (ii) perspectiva de manutenção de dividendos em patamares atrativos: (iii) possíveis aquisições, visto que o banco possui um ótimo histórico de M&A.

JBS ON (JBSS3)

A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, líder global em diversos segmentos em que atua, e possui em seu portfólio global as marcas Friboi, Seara, Swift, Primo, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Just Bare, entre outras.

AA empresa possui unidades produtivas e escritórios comerciais em mais de 20 países, e operação verticalizada, que inclui o abate (bovinos, suínos, aves, entre outros), frigorificação, industrialização e comercialização de alimentos, além de atender a mais de 275 mil clientes em aproximadamente 190 países.

No 2T21, reportou receita líquida consolidada de R$85,6 bilhões, o que representa um aumento de 26,7% em relação ao 2T20, com destaque para o crescimento registrado nas unidades JBS Brasil, Pilgrim’s Pride e Seara, com crescimento de 46%, 27% e 40% respectivamente.

Estamos confiantes em relação a operação da empresa, que vem reportando robustos resultados operacionais e geração de caixa, além de boa alocação de capital excedente. Vemos a JBS sendo negociada a um valuation atrativo e esperamos possíveis novas aquisições ao longo dos próximos meses.

Klabin Units (KLBN11)

No cenário atual a empresa tem se beneficiado em todos os seus segmentos: embalagem para alimentos e bebidas, tissue (papel higiênico e lenços de papel), e caixas de papelão para transporte dos produtos no e-commerce. Os volumes crescentes nas vendas, tanto de papel quanto de celulose demonstram este cenário positivo.

O resultado de Klabin no 2T21 foi positivo para a companhia. Ela segue operando em sua capacidade máxima de produção e com isso novos avanços na receita dependem de uma melhora nos preços da celulose e do início do Projeto Puma II. Em todo caso, a boa disciplina de custos e despesas e alta geração da caixa da companhia nos deixa confortáveis com a trajetória do case. Avaliamos que a Klabin deve continuar a apresentar bons resultados, especialmente nos próximos trimestres com o Projeto Puma II, e a manutenção dos preços da celulose em níveis rentáveis.

Por fim, a Klabin adquiriu recentemente o negócio de papéis para embalagens e papelão ondulado da International Paper, o que reforça o compromisso da cia com o setor de embalagens e também com a geração de valor para seus acionistas. O outro foco para o ano de 2021 é o projeto Puma II, que iniciou sua operação na última semana de agosto, e que tornará a Klabin a terceira maior vendedora de Kraftliner no mundo.

Petrobras PN (PETR4)

A Petrobras segue apresentando bons resultados em meio a retomada dos preços do petróleo e o dólar em patamares mais elevados. Apesar dos riscos de uma possível intervenção na política de preços da companhia, em meio a escala do preço do combustível, avaliamos que a governança da companhia evoluiu muito ao longo dos últimos anos e tem conseguido blindar possíveis intervenções, mesmo com a recente troca no comando.

A companhia segue apresentando bons volumes de produção e redução no seu lifting cost (custo de extração) com maior participação das operações do pré-sal no portfólio. Esperamos a entrada em operação de novos poços a médio prazo, contribuindo para o aumento na produção. No curto prazo, alguns triggers: (i) continuidade da venda de ativos não estratégicos; (2) avanço do projeto de desinvestimento das refinarias; (3) perspectiva de novos anúncios de dividendos.

A Petrobras divulgou um ótimo resultado operacional referente ao 3T21 após a divulgação de produção, no dia 21/10. O EBITDA ajustado recorrente, por sua vez, somou R$ 63,8 bilhões (+6,4% t/t e 71,4% a/a) frente a uma estimativa de mercado de R$ 56 bilhões. A companhia se beneficiou principalmente da valorização dos preços do Brent (Brent médio no período no valor de US$ 73,5/bbl, 6,7% superior ao 2T21), além do aumento de vendas para o mercado interno. Com relação à sua gestão de portfólio, item importante da tese, até o dia 27 de outubro a Petrobras já havia assinado a venda de 17 ativos, com destaque para as vendas da RLAM, BR Distribuidora e Gás Petro, além dos campos terrestres, totalizando uma entrada de caixa de aproximadamente US$ 3,0 bilhões.

A Petrobras vem reposicionando seu portfólio em ativos de maior rentabilidade, com foco na desalavancagem financeira da estatal, que deve atingir o patamar abaixo de US$ 60 bilhões em dívida bruta ao final do ano, destravando a nova política de dividendos. Entre os riscos: (i) queda mais acentuada do preço do barril de petróleo; (ii) paralisação do processo de venda de ativos são fatores que podem pressionar o papel; (iii) eventual intervenção na política de preços da companhia

Raízen PN (RAIZ4))

A Raízen foi constituída em 2011 como joint venture entre a Cosan (50%) e a Shell (50%), incorporando ativos de ambos os acionistas Além de atuar na produção de etanol, açúcar e bioenergia, também comercializa combustíveis através da segunda maior rede de distribuição da América do Sul, com operação downstream na Argentina e a maior distribuidora de Etanol no Brasil. A companhia conta hoje com ecossistema integrado e 26 parques de bioenergia localizados principalmente na região Sudeste, onde produz a própria biomassa em uma operação com mais de 880 mil hectares.

A Raízen é a maior produtora de Etanol de cana-de-açúcar do mundo e a maior exportadora mundial. Apresenta capacidade de moagem de 105 milhões de toneladas, o que é superior à capacidade de alguns países como Estados Unidos e China. Com isso, a empresa é dominante no setor e está mirando um plano de expansão com os recursos do IPO. Além disso, é um dos principais players na distribuição de combustível através da rede Shell no Brasil e visa aumentar ainda mais a exposição e oportunidades de venda através de novas iniciativas como a Shell Box ou a formação do grupo Nós, em parceria com a FEMSA.

Acreditamos que a Raízen deva mostrar resiliência, apesar do momento macroeconômico mais negativo.

Rede D’Or ON (RDOR3)

A Rede D’Or é líder no mercado hospitalar privado brasileiro e no 2T21 contava com 9.611 leitos totais, sendo 91% dos leitos operacionais distribuídos em 58 hospitais, além de ter a maior rede integrada de tratamento oncológico do País, segundo a própria companhia.

No 2T21 a empresa registrou um resultado positivo, ficando acima do consenso, mesmo com a base de calculo, que no ano passado foi impactada pela pandemia da Covid.

O crescimento orgânico e inorgânico acelerado faz parte do seu histórico e de outubro de 2020 a junho de 2021 foram anunciadas aquisições de participações em 1 hospitais, incluindo em três novos estados e adicionando 1.637 leitos ao grupo.

Entre aquisições importantes no trimestre passado foram anunciadas as compras dos hospitais Proncor (MS) e do Santa Emília (BA), além da recente compra do Hospital Santa Isabel, adicionando mais 119 leitos, por R$ 280 milhões.

Seguimos otimistas com Rede D’Or, que deve continuar a apresentar resultados sólidos e demonstrar resiliência em virtude de sua solidez e do setor em que atua.

Grupo Soma ON (SOMA3)

A companhia surgiu da fusão entre as marcas premium Farm e Animale e tem expandindo a sua atuação através de diversas aquisições. A sua estratégia de crescimento difere dos principais concorrentes pelo modo com que a empresa realiza a integração das operações adquiridas, sempre mantendo a identidade e essência das marcas adquiridas, preservando o seu portfólio rico e diverso em termos de segmento, estilo e produto. São no total nove marcas: Maria Filó, By NV (as duas aquisições mais recentes), Animale, Farm, Fábula, A. Brand, Foxton, Cris Barros e Off Premium, com operação praticamente toda própria.

Outro ponto positivo é com relação ao desenvolvimento do e-commerce e omnicanalidade do grupo, que tem surpreendido com resultados positivos ao longo da pandemia, principalmente com as marcas Farm e Animale. Foi implantada ainda a plataforma “+Vendas”, que integra os estoques da companhia ao das multimarcas.

Outro diferencial competitivoVemos o Grupo Soma bem posicionado para os próximos trimestres, com um provável aumento nas vendas no canal físico, atrelada à maturidade de iniciativas digitais, e seguimos otimistas em relação às potenciais sinergias que devem ser geradas com a aquisição da Cia Hering. Ressalta-se ainda que o grupo, que possui um excelente histórico de aquisições, com boa integração entre as partes envolvidas, pode realizar eventuais aquisições no futuro.

Esperamos um resultado positivo para o Grupo Soma, que deve aproveitar a resiliência do segmento de alta renda, e o seu portfólio de marcas consolidadas e ainda presença internacional, além da importante omnicanalidade.

Weg ON (WEGE3)

Sustentamos nossa recomendação em Weg, que possui como principais destaques: (i) a expansão contínua no cenário externo, através de acordos locais ou M&A; (ii) ganho contínuo de market share; (iii) retomada da economia brasileira; (iv) posicionamento de liderança como fornecedor no segmento de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de Energia).

A empresa tem mostrado boa performance dentro do setor industrial nos últimos anos. Sua receita tem sido beneficiada pela depreciação do real, que segue crescendo como reflexo do cenário externo frente ao coronavírus, pela recuperação da demanda industrial e pelo crescimento do mercado. Além disso, a companhia veem se beneficiando de uma expansão na sua margem Ebitda, em função dos ganhos de eficiência em função da adoção de práticas da Indústria 4.0. A companhia não reduziu seu ritmo de investimentos durante a recente crise, gerando nesse momento uma vantagem competitiva em relação aos players locais.

Destacamos no 3T21 a sólida carteira de ciclo longo, demanda positiva por equipamentos de ciclo curto, com retomada das entregas de projetos de geração de energia eólica, a recuperação da atividade industrial no mercado externo e entregas para os segmentos e mineração, óleo & gás e água & saneamento.

Quando se trata de inovação e sustentabilidade, a Weg se destaca por seu modelo de negócio, que cresce através de soluções de fontes renováveis de energia, práticas de eficiência energética e produtos e soluções com menor impacto ambiental, como a linha de motores elétricos e inversores de frequência para tração elétrica que a cia desenvolve. A empresa também é um dos principais players do mercado brasileiro de energia eólica e atua no fornecimento de soluções completas para geração hidrelétrica.

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“Este relatório foi elaborado pela Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores,  para uso exclusivo e intransferível de seu destinatário. Este relatório não pode ser reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores. Este relatório é baseado em informações disponíveis ao público. As informações aqui contidas não representam garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade das mesmas e não devem ser consideradas como tal. Este relatório não representa uma oferta de compra ou venda ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo.  Investir em ações envolve riscos. Este relatório não contêm todas as informações relevantes sobre a Companhias citadas. Sendo assim, o relatório não consiste e não deve ser visto como, uma representação ou garantia quanto à integridade, precisão e credibilidade da informação nele contida. Os destinatários devem, portanto, desenvolver suas próprias análises e estratégias de investimentos. Os investimentos em ações ou em estratégias de derivativos de ações guardam volatilidade intrinsecamente alta, podendo acarretar fortes prejuízos e devem ser utilizados apenas por investidores experientes e cientes de seus riscos. Os ativos e instrumentos financeiros referidos neste relatório podem não ser adequados a todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades específicas de cada investidor. Investimentos em ações representam riscos elevados e sua rentabilidade passada não assegura rentabilidade futura. Informações sobre quaisquer sociedades, valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros objeto desta análise podem ser obtidas mediante solicitações. A informação contida neste documento está sujeita a alterações sem aviso prévio, não havendo nenhuma garantia quanto à exatidão de tal informação. A Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores ou seus analistas não aceitam qualquer responsabilidade por qualquer perda decorrente do uso deste documento ou de seu conteúdo. Ao aceitar este documento, concorda-se com as presentes limitações. Os analistas responsáveis pela elaboração deste relatório declaram, nos termos do artigo 21 da Resolução CVM nº 20, que: (I) Quaisquer recomendações contidas neste relatório refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e foram elaboradas de forma independente, inclusive em relação à Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores.”

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Este relatório foi elaborado pela Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores, para uso exclusivo e intransferível de seu destinatário. Este relatório não pode ser reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores. Este relatório é baseado em informações disponíveis ao público. As informações aqui contidas não representam garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade das mesmas e não devem ser consideradas como tal. Este relatório não representa uma oferta de compra ou venda ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo. Investir em ações envolve riscos. Este relatório não contêm todas as informações relevantes sobre a Companhias citadas. Sendo assim, o relatório não consiste e não deve ser visto como, uma representação ou garantia quanto à integridade, precisão e credibilidade da informação nele contida. Os destinatários devem, portanto, desenvolver suas próprias análises e estratégias de investimentos. Os investimentos em ações ou em estratégias de derivativos de ações guardam volatilidade intrinsecamente alta, podendo acarretar fortes prejuízos e devem ser utilizados apenas por investidores experientes e cientes de seus riscos. Os ativos e instrumentos financeiros referidos neste relatório podem não ser adequados a todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades específicas de cada investidor. Investimentos em ações representam riscos elevados e sua rentabilidade passada não assegura rentabilidade futura. Informações sobre quaisquer sociedades, valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros objeto desta análise podem ser obtidas mediante solicitações. A informação contida neste documento está sujeita a alterações sem aviso prévio, não havendo nenhuma garantia quanto à exatidão de tal informação. A Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores ou seus analistas não aceitam qualquer responsabilidade por qualquer perda decorrente do uso deste documento ou de seu conteúdo. Ao aceitar este documento, concorda-se com as presentes limitações.

Graduado em Administração de Empresas pela ESPM, com pós-graduação em Economia e Setor Financeiro pela USP e MBA em Finanças pelo INSPER. Tem mais de 8 anos de experiência no mercado financeiro. Atualmente, é o estrategista da Guide Investimentos.

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