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Cotações por TradingView

Carteira BDRs | Julho/2022

1 de julho de 2022
Escrito por Rodrigo Crespi
Tempo de leitura: 16 min
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Tempo de leitura: 16 min

A Carteira de BDRs encerrou o mês em campo negativo, abaixo de seu índice de referência S&P em Reais.

O período apresentou forte realização de ativos voltados a commodities, em virtude da maior probabilidade de uma recessão nos próximos trimestres, com realização do petróleo no período após altas robustas em maio. Acompanhamos as restrições impostas na China relacionada ao Covid, o que também pesou contra principalmente o minério de ferro.

O destaque positivo ficou para Coca-Cola. Na ponta negativa, Chevron foi a maior queda.

Para Julho

Junho foi um mês de quedas intensas nas bolsas no exterior dado o aperto das condições financeiras resultante do aumento ou sinalização de aumento das taxas de juros nas economias desenvolvidas. No mercado de commodities, o ambiente também foi negativo na maior parte do mês, conforme os investidores ponderavam os riscos de recessão global e seus efeitos sobre a demanda dos ativos.

O Banco Central dos EUA, o Federal Reserve subiu a taxa de juros (Fed funds rate) em 75 bps na reunião de junho, maior incremento em uma decisão desde 1994. Os dados de inflação (CPI), expectativa (sondagem do sentimento dos consumidores da Universidade de Michigan) e mercado de trabalho (Payroll) que saíram semanas antes da reunião do comitê contribuíram para esta dura decisão. O Payroll, apesar de mostrar uma estabilidade no ritmo de crescimento dos salários, o que foi um ponto positivo, mostrou contínuo avanço da criação de vagas.

Por outro lado, o CPI e o índice de expectativas de inflação dos consumidores ambos apresentaram avanço inesperado. A inflação ao consumidor nos EUA atingiu o patamar dos 8,6% nos últimos 12 meses, continuando a acelerar e frustrar a expectativa de quem acreditava de que ela havia atingido o pico. O índice de confiança mostrou piora relevante, para o pior nível desde a década de 1980 por conta da inflação descontrolada segundo relatos dos consumidores questionados pela pesquisa, o que aumentou também o receio de um hard landing do Fed. Em sua coletiva com a imprensa, Powell destacou que a piora da expectativa de inflação dos consumidores foi um dado importante para a decisão de elevar o ritmo de alta dos juros nesta última reunião.

Além disso, para a próxima reunião, a decisão do FOMC deve contemplar uma alta de 75 ou 50 bps, condicionada pelos próximos dados que saírem. Embora tenha sido deixado claro por Powell que os dados vão ditar as próximas decisões, alguns membros (ex. Loretta Mester) ressaltaram que defendem um ajuste de 75 bps. Dados recebidos até o momento mostraram sinais positivos – expectativa de inflação revisada para baixo, confiança em queda, consumo e deflator do PCE menores que o esperado -, mas o mercado ainda precifica como mais provável um ajuste de 75 bps nesta reunião, o que gera maiores chances de um cenário de hard-landing. Cabe ressaltar que o Fed vem mantendo um discurso de que uma recessão não é inevitável e que eles ainda acreditam em um soft-landing. No restante do mundo, outros Bancos Centrais também seguiram a linha de decisões mais hawkish na medida em que a inflação não mostrava sinais de desaceleração, com exceção do BC japonês.

O BCE já anunciou o encerramento do seu programa de compras de ativos e sinalizou um aumento da taxa de juros na próxima reunião, o que tende deve continuar garantindo condições financeiras mais apertadas nos próximos meses. Na China, a pandemia deve continuar gerando volatilidade no mercado. O governo reiterou em coletiva que sua política de covid-zero foi um sucesso, o que reforça que nos próximos meses um aumento ainda que marginal de número de casos pode voltar a resultar em lockdowns mais abrangentes.

Comentários e Recomendações

Amazon (AMZO34)

A Amazon segue evoluindo na sua proposta de produtos e serviços, atuando na sua operação de tradicional e sendo maior e-commerce dos EUA, mas também ampliando o leque de soluções através de aparelhos eletrônicos como Alexa, Echo e FireTV, serviços de entrega e logística, plataforma na núvem (AWS) e por fim o segmento de entretenimento com Amazon Prime, Audible, Twitch, dentre outros.

A companhia tem em seu core o foco em preços baixos e satisfação constante ao cliente, cultura que norteado a companhia desde os seus primórdios. Destacamos também a visão e cultura implementada pelo seu fundador e principal acionista Jeff Bezos como importante alavanca de crescimento e diferencial competitivo em comparação com as outras Big Techs.

A Amazon segue como uma das mais diversificadas Big Techs americanas e com diversas vias de crescimento pela frente, principalmente nos segmentos AWS e de entretenimento. Avaliamos que a companhia deve continuar a expandir seus investimentos nessas duas frentes, ampliando o seu diferencial competitivo.

Apple (AAPL34)

A gigante varejista do segmento de produtos eletrônicos, softwares e computadores vem surpreendendo o mercado ao longo dos anos com sua incrível capacidade de inovação de seu portfólio e ganho de mercado. Dentre os seus produtos de maior destaque, os computadores Mac e os smartphones Iphone, mas a companhia também fabrica o Ipod, Ipad, Apple Watch, Apple TV e Icloud, além de comercializar uma extensa variedade de serviços, acessórios para os seus produtos, conteúdos e aplicativos.

A Apple atualiza os softwares de seus produtos com frequência e lança todo ano um novo modelo com uma série de novas facilidades e inovações, visando tornar o dia a dia de seus consumidores cada vez mais simples. Foi o que ocorreu recentemente, quando a companhia optou por tomar a ousada medida de sustentabilidade, passando a vender o carregador do seu smartphone a parte. A Apple conta com grande fidelidade por parte de seus clientes, que, em grande parte, tentam acompanhar a maioria de seus lançamentos. Ainda, a empresa adota uma estratégia na qual a experiencia do cliente melhora à medida que adquire mais produtos Apple.

A empresa ainda anunciou a construção de um novo campus na Carolina do Norte, que terá 3 mil funcionários. O projeto foi orçado em US$ 1 bilhão, criando milhares de novos empregos em aprendizado de máquina, inteligência artificial, engenharia de software e outros campos.

Chevron (CHVX34)

A Chevron é uma das principais empresas de produção de energia a nível global, com subsidiárias que atuam em vários países. É uma Supermajor, integrando o chamado Big Oil – o lobby da energia -, que desfruta de grande poder econômico e influência política, particularmente nos Estados Unidos.

As atividades da Chevron incluem extração e transporte de petróleo e gás natural; refinação de petróleo; produção e venda de produtos químicos e geração de energia. A Chevron afirma que, após a fusão com a Unocal Corporation, tornou-se a maior produtora de energia geotérmica do mundo.

A empresa gera cerca de US$ 95 bilhões em receitas anuais e produz mais de três milhões de barris por dia de óleo equivalente. Ela atualmente produz petróleo e gás natural na proporção de 59/41. No final de 2021, a empresa tinha reservas provadas de aproximadamente 12,4 bilhões de barris de óleo equivalente. A recuperação do setor de energia das baixas induzidas pela pandemia impulsionou significativamente o preço das ações da Chevron. Com sua estrutura de negócios de energia de risco relativamente baixo, saúde financeira robusta e amplos fluxos de caixa livres, a Chevron permanece bem posicionada para lidar com a volatilidade dos preços de petróleo e gás.

 O EPS da empresa deve crescer 112,3% este ano, esmagando a média do setor, que prevê um crescimento de EPS de 70%. Além disso, ela é uma das duas únicas ações de energia na lista do Dividend Aristocrats, o balanço da supermajor é razoavelmente saudável, indicando que o dividendo deve permanecer seguro daqui para frente.

Coca-Cola (COCA34)

A Coca-Cola Company é uma empresa com foco em bebidas, com penetração expressiva em mais de 200 territórios. As empresa possui diversas marcas em seu portfolio com destaque para Coca-Cola, Sprite, Fanta, Powerade, Del Valle, entre outras. Além disso, recentemente está entrando no mercado de bebidas alcoólicas, com destaque para a marca Topo-Chico, o que seria mais uma linha de receita da empresa e acreditamos que tem grande potencial, visto a confiança de seus consumidores.

Em nossa visão, a força da marca, aliada a sua diversificação geográfica e novas estratégias de mercado, são os principais fatores para a recomendação de COCA34. A empresa é líder no seu setor, com receitas consolidadas e, por esses motivos, esperamos que a Coca-Cola continue captando receitas robustas e paguem dividendos expressivos para seus acionistas.

ConocoPhillips (COPH34)

ConocoPhilips é uma multinacional norte-americana e trabalha com energia como: exploração de petróleo, Gás natural, produção e transporte químico e de plástico, cuja sede fica localizada em Houston, no Texas. É a maior empresa exploradora e produtora do mundo e também consta no ranking anual da Fortune Global 500. Sua criação data de 30 de agosto de 2002, a partir da fusão entre a Conoco Inc. e a Phillips Petroleum Company. Atualmente, ela está entre as maiores exploradoras e produtoras do mundo de petróleo, estando presente no ranking da revista Fortune Global 500.

Diferenciando-se de seus pares grandes e pequenos, a ConocoPhillips estabeleceu um plano de 10 anos para investimentos contidos, crescimento estável, retornos melhores e, mais importante, retorno de caixa aos acionistas. Seu portfólio de baixo custo oferece opções de investimento de alto retorno para crescer em um ambiente de preços crescentes, enquanto sua forte posição financeira mantém o dividendo seguro em um ciclo de baixa.

As operações da empresa são geograficamente separadas em seis divisões: Alaska (14,5% das receitas), Lower 48 (44,5%), Canadá (9%), Europa (18%), Ásia Pacifico e Oriente Médio (14%).

A crise do Covid-19 trouxe alguns prejuízos para as empresas de petróleo, dado que houve uma queda bastante considerável na demanda por diesel e gasolina.

Tendo adquirido recentemente a Concho Resources, a ConocoPhillips está se preparando para a próxima fase de crescimento. A aquisição expandiu substancialmente a base de ativos de produção de baixo custo da petrolífera, o que pode ajudar muito a empresa a superar anos voláteis. Enquanto a gigante do petróleo se concentra no pagamento de dívidas, a Concho e a redução dos gastos de capital agora que a aquisição está para trás devem ajudar a impulsionar seus fluxos de caixa. Acreditamos que à medida que esses fluxos aumentam, o retorno para os acionistas também deve crescer.

Google (GOGL34)

O Google detém surpreendentes 86% de participação no mercado global de meios de pesquisa, além de ter uma forte influencia no segmento de compartilhamento de vídeos através do Youtube.

Destacada por sua vasta base de dados, a Google consegue mapear os diferentes usuários de seus serviços e então converter suas informações e preferências em anúncios eficientes que sejam interessantes a cada perfil específico. Estes “Ads” representam cerca de 85% de seu faturamento.

Existe também uma parcela extremamente significativa dos aparelhos de celular que operam através da instalação do Android, seu sistema operacional.

Por fim, a companhia também atua com o Google Play, Google Cloud e Moonshots, investimentos em projetos que estão em estágio inicial.

A empresa reportou receita do 1T21 de US$ 55,3 bilhões, 7% acima do esperado e 34% acima do mesmo período em 2020, o maior crescimento anual desde 2017, além de caixa um caixa com US$ 135 bilhões e ainda anunciou um programa de recompra de ações de US$ 50 bilhões.

Johnson & Johnson (JNJB34)

A Johnson & Johnson é a maior companhia farmacêutica do mundo. Ela é uma empresa americana fundada em 1886, especializada na produção de farmacêuticos, utensílios médicos e produtos pessoais de higiene. Suas ações fazem parte da lista industrial de Dow Jones. A sede da empresa localiza-se em Nova Brunswick, Nova Jersey nos EUA. É um importante player do ponto de vista de Pesquisa e Desenvolvimento, e em fevereiro de 2021, ela foi uma das pioneiras a ter uma vacina contra a covid-19, desenvolvida por sua farmacêutica Janssen, liberada para uso emergencial nos Estados Unidos

A J&J possui operação de margens brutas elevadas, acima dos 60%, alto ROIC e forte geração de caixa livre (free cash flow). Dito isso, vemos a empresa bem posicionada para o cenário atual, possuindo uma relação risco e retorno atraente em nossa opinião.

Nike (NIKE34)

A mais reconhecida varejista de artigos esportivos do mundo atualmente conta com uma forte inovação em iniciativas digitais para ampliar seu escopo de penetração em diferentes mercados ao mesmo tempo em que utiliza de seu know-how para seguir buscando o fortalecimento de marca. As projeções de forte performance no longo prazo se dão através da sua capacidade em criação e investimentos de novos produtos, cadeia de suprimentos e logística, e diferenciação via penetração de seu e-commerce.

Além disso, a Nike vem buscando reduzir sua dependência de mercados específicos para produção de seus produtos, principalmente da China, visando menor impacto no longo prazo com a ampliação das tensões entre Estados Unidos e o país asiático. Dessa maneira, temos observado a varejista migrando parcialmente sua produção para o Vietnam. Atualmente, quase metade de sua produção já foi migrada.

Por fim, vemos a companhia também extremamente bem posicionada em termos de reconhecimento de marca. Acreditamos que há grande dificuldade para que concorrentes consigam ameaçar o posicionamento atual da Nike para com seus clientes. Por mais que já tenha passado por crises de credibilidade no passado, a empresa sempre conseguiu superar tais questões, saindo ainda mais forte.

Rio Tinto (RIOT34)

A Rio Tinto é uma das principais companhia no segmento de mineração do mundo, com atuação na extração de minério de ferro, cobre e diamantes , além da produção de alumínio. O grande destaque da companhia segue com a operação de minério de ferro, com produção estimada em 320 milhões de toneladas.

As suas minas estão localizadas principalmente na Austrália, o que garante a companhia um fácil acesso aos mercados asiáticos, principalmente da China, principal importador da comodity. As números da companhia seguem bastante robustos, com margem EBITDA robusta e expectativa de pagamento de bons dividendos.

Ainda, esperamos que o mercado de minério de ferro siga aquecido pelos próximos meses, em função da forte demanda global, com destaque para o plano de infraestrutura de Biden, e poucas perspectivas de aumento na oferta (inexistência de grandes projetos para o curto prazo). Apesar disso, destacamos a possível diminuição da demanda por minério e problemas com a dinâmica de supply-chain, como os principais riscos para o papel.

Walmart (WALM34)

Walmart, Inc., é uma multinacional estadunidense de lojas de departamento. A companhia foi eleita a maior multinacional de 2010. Foi fundada por Sam Walton em 1962, incorporada em 31 de outubro de 1969 e feita capital aberto na New York Stock Exchange, em 1972. A sede da Wal-Mart fica em Bentonville, Arkansas.

O Walmart é o maior varejista de supermercados do país por uma ampla margem. Suas lojas estão repletas de produtos que vão de roupas a eletrônicos com preços acessíveis. A empresa tem muito mais lojas físicas quando comparada a seus pares como a Costco e estão distribuídas por todo o país, não apenas em grandes centros urbanos. O Walmart não se concentra na compra a granel, o que exigiria um grande investimento inicial e espaço de estoque. Além disso ele não exige que os compradores paguem por uma assinatura.

Dado o seu perfil mais defensivo de consumo não cíclico (consumer staples), vemos a empresa como uma boa opção como parte da estratégia para a composição de portfólio.

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“Este relatório foi elaborado pela Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores,  para uso exclusivo e intransferível de seu destinatário. Este relatório não pode ser reproduzido ou distribuído a qualquer pessoa sem a expressa autorização da Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores. Este relatório é baseado em informações disponíveis ao público. As informações aqui contidas não representam garantia de veracidade das informações prestadas ou julgamento sobre a qualidade das mesmas e não devem ser consideradas como tal. Este relatório não representa uma oferta de compra ou venda ou solicitação de compra ou venda de qualquer ativo.  Investir em ações envolve riscos. Este relatório não contêm todas as informações relevantes sobre a Companhias citadas. Sendo assim, o relatório não consiste e não deve ser visto como, uma representação ou garantia quanto à integridade, precisão e credibilidade da informação nele contida. Os destinatários devem, portanto, desenvolver suas próprias análises e estratégias de investimentos. Os investimentos em ações ou em estratégias de derivativos de ações guardam volatilidade intrinsecamente alta, podendo acarretar fortes prejuízos e devem ser utilizados apenas por investidores experientes e cientes de seus riscos. Os ativos e instrumentos financeiros referidos neste relatório podem não ser adequados a todos os investidores. Este relatório não leva em consideração os objetivos de investimento, a situação financeira ou as necessidades específicas de cada investidor. Investimentos em ações representam riscos elevados e sua rentabilidade passada não assegura rentabilidade futura. Informações sobre quaisquer sociedades, valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros objeto desta análise podem ser obtidas mediante solicitações. A informação contida neste documento está sujeita a alterações sem aviso prévio, não havendo nenhuma garantia quanto à exatidão de tal informação. A Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores ou seus analistas não aceitam qualquer responsabilidade por qualquer perda decorrente do uso deste documento ou de seu conteúdo. Ao aceitar este documento, concorda-se com as presentes limitações. Os analistas responsáveis pela elaboração deste relatório declaram, nos termos do artigo 21 da Resolução CVM nº 20, que: (I) Quaisquer recomendações contidas neste relatório refletem única e exclusivamente as suas opiniões pessoais e foram elaboradas de forma independente, inclusive em relação à Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores.”

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Formado pela ESPM-SP, com pós-graduação na FGV-SP e mestrado (MSc) em Management pela Nova School of Business and Economics (Nova SBE) e Erasmus na EM Lyon. Antes de ingressar na Guide, trabalhou por quase dois anos no BNP Paribas na Europa, na área de Global Markets na equipe de Equity Derivatives. ''A minha missão é estar sempre atualizado, antecipando tendências de mercado, através de análises, e oferecer de forma simples e objetiva ao investidor, estratégias de alocação com sólidos fundamentos.'' CNPI – 2934

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